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Mais uma banda nova que nos chega pelas mãos da Metal Blade. Seria de nos admirarmos por uma banda consiga logo na sua estreia o apoio da Metal Blade, mas tendo em conta que o estilo de metal extremo dos Culture Killer é todo modernaço, a aposta até nem se admira. “Throes Of Mankind” não será, no entanto, o típico álbum de metalcore ou deatcore, embora à primeira vista tenha muitos dos elementos que compõem ambos os estilos. Há uma certa indefinição que percorre todo este trabalho e que faz com que o mesmo não seja imediato, mas tal não é propriamente mau.

É como se o death metal surgisse misturado com hardcore mas sem abusar propriamente dos lugares comuns do metalcore/deathcore, o que mais que intrigante, é admirável. Quando se julgava que não havia mais nada a ouvir da mistura entre death metal e hardcore, surgem os Culture Killer. Ainda assim, será que isso significa que este álbum seja viciante e essencial? Talvez tão viciante e tão essencial como um puzzle de mil peças, em que depois de estar completo tem apenas o interesse que a força da sua imagem provoca – mas aí o encanto já é diferente em relação aquela luta para completar a tarefa de montar o puzzle. É o que se passa aqui, depois de devidamente absorvido, ficamos com um álbum potente, com bons pormenores mas cujas músicas tendem a escapar à memória.

Não quer dizer que não existam malhas de valor em “Throes Of Mankind” – a “Path Of Reflection” por exemplo é tão hardcore que parece uma versão extrema dos Madball. A questão é que como um todo, este não será um álbum que se vai impor perante toda a oferta que se tem em todos os campos que toca, ficando inclusive num meio termo perigoso. Muito extremo que gosta de hardcore, muito moderno para quem gosta de death metal clássico e muito próximo do death metal clássico para quem gosta de metalcore/deathcore. Ainda assim, uma valorosa estreia. Esperemos pelos próximos desenvolvimentos.

Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira