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Os Mammoth Storm são, como o próprio nome indica, uma banda de doom paquidérmico e monolítico que têm com este “Fornjot” o seu álbum de estreia. É precisamente com um tema épico de onze minutos que a banda sueca inicia a sua discografia no que aos longa-duração diz respeito. Não basta ter temas enormes para que se tenha um épico. Neste caso, as melodias etéreas das guitarras são essenciais para que se crie o ambiente necessário para que se sinta a escuridão a envolver o ouvinte conforme a música vai avançando. E acreditem, a escuridão vai engolfar o ouvinte que se atrever a ouvir “Augurs Echo” e à sua melodia cinematográfica.

Com a produção a cargo da própria banda e em conjunto com Johan Ericson (que já trabalhou com bandas como Draconian), a produção é suja mas ao mesmo tempo tem a capacidade de permitir o ouvinte flutuar, principalmente pelas linhas de guitarra etéreas que ocasionalmente surgem para dar aquele toque da sua graça. E o som aliado a uma composição dinâmica – e quem disse ou pensa que o doom não é dinâmico, ou é surdo ou não percebe nada disso – que faz com que os temas mesmo compassados tenham um andamento cativante: o groove daquela “Vultures Prey” é impressionante.

Com uma capacidade para escrever verdadeiras músicas, quer elas tenham treze minutos (“Hekla”), quer elas tenham menos de três (“Sumerian Cry”, uma espécie de intro que dava para banda sonora de um filme qualquer do Conan, cheio de misticismo e groove hipnótico), este é um álbum de qualidade ímpar para todos os que não conseguem passar sem o seu doom metal arrastado e desafiante. Os Mammoth Storm são então mais um grande nome juntar a outros como Ahab e Bong, não copiando propriamente nenhum deles (ou qualquer outro) mas mantendo-se fiel aquilo que representa o doom metal. Ah, já me esquecia… DOOOOOOOOOM!

Era só isto.


Nota: 8.8/10

Review por Fernando Ferreira