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O retro continua na ordem do dia. É o que se pode concluir quando um álbum como este auto-intitulado é lançado pela Metal Blade Records, uma das mais influentes editoras de metal a nível mundial. No entanto, é importante fazer a ressalva que mesmo no meio da maralha há sempre coisas boas que nos surgem e que poderiam potencialmente passar ao lado. Felizmente o pessoal da Metal Blade não anda a dormir pelo que esta estreia auto-intitulada é cá uma pomada daquelas que merecem ser apreciadas por décadas a fio. Imagine o seguinte, caro leitor assíduo das nossas análises. Imagine um mundo onde teríamos na mesma rodela nomes como Deep Purple (da fase “Machine Head”)/ Rainbow (da fase Dio),  Uriah Heep (dos dois primeiros álbuns), Black Sabbath (também dos primórdios) e ainda aqui e ali coisas de Scorpions, U.F.O. e Iron Maiden, sem esquecer, claro está, a restante N.W.O.B.H.M..

É um álbum que passa num instante. As músicas fluem como mel pela garganta dorida de tosse abaixo. Com uma musicalidade impressionante, é de apreciar a forma como as músicas conseguem tanto ser encaixadas na década de setenta, como na década de oitenta (nos seus primórdios, é certo) e ao mesmo tempo soar contemporâneas – porque isto do retro, por muito que seja o ir buscar ao passado ideias e tiques, acaba sempre por deixar migalhas da era em que se está inserido. A questão da originalidade poderá ser sempre importante para aqueles que são mais exigentes e existem por aqui alguns momentos em que a mesma é colocada nitidamente em causa (o riff da “Madness And Magick” é tão gamado da “Country Girl” dos Black Sabbath com o Dio na voz que de certeza que era coisa para haverem processos judiciais) mas são questões que perante o produto final ficam nitidamente de parte.

Este será mais um trabalho a juntar a uma já longa lista de álbuns que apesar de serem lançados na actualidade, fazem sentir o ouvinte como se estivesse noutra época – ou neste caso, outras épocas, como foi afirmado atrás. Portanto, vício garantido para todos os amantes de hard rock clássico, proto heavy metal e claro, heavy metal como mandam as regras clássicas do estilo.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira