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O rock de garagem chegou a ser moda. Apresentar som mais simples, mais cru, mas ainda assim, apelativo. Uma espécie de descendente directo do grunge, se assim quiserem. Durante algum tempo apareceram muitas bandas alternativas que usavam e abusavam destas características, umas safando-se, outras nem por isso. Os tempos mudaram e as editoras discográficas não mandam mais no sistema, embora tentem a todo custo manter-se no poder. Ora é neste contexto que surge a estreia dos Brainstems que poderia muito bem ter sido lançado em 1985, ou em 1997 ou em 2001.

Claro está que existem aqui alguns detalhes que fazem com que nos identifiquemos com os tempos actuais. Aquele tremolo-picking à la pós-rock de "Stallioning" não engana ninguém, por exemplo. Por outro lado, há toda um primitivismo que nos faz sentir de volta a 1979 - e caso se estejam a perguntar, não é por acaso a multiplicidade de datas mencionadas. Esta mistura de influências e de dinâmicas faz com que este trabalho, apesar de curto, custe um pouco a entrar, e simultaneamente é a razão de se voltar a ele com teimosia.

A sua simplicidade desarma embora a mesma não nos deixe muito para consequentes audições. Alguns momentos ("What It Is") não faziam falta enquanto outros podiam aparecer a duplicar ("The Ooze"). É um álbum que vai exigir algumas audições para quem não é tão dado a coisas alternativas. No entanto, se a praia do ouvinte for o rock de garagem, alternativo, ligeiramente psicadélico, ligeiramente noise e totalmente esquisito - à primeira, tem que se realçar - então esta é um recanto a conhecer, definitivamente.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira