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O que é que temos quando juntamos os Jehtro Tull com as drogas psicadélicas dos The Doors a tentar tocar covers dos Bong mas sem grande distorção? Os The Silence. Pelo menos é o que parece com a primeira parte do primeiro tema, "Ancient  Wind Part 1 & 2". Poderá ser uma comparação parva (e em certa medida, até é) mas se não fosse essa teríamos que dizer que seria o equivalente caso o John Carpenter começasse a fazer música mais orgânica, sem recorrer aos sintetizadores, e a usar flauta. A tensão que esses dois primeiros temas recorrem é palpável, pelo que o seu uso estaria bem apropriado para um qualquer filme ou cena de suspense. Isto na sua primeira parte, porque depois na segunda a coisa descamba um pouco para o rock cheio de espasmos que aparenta ter descendência directa com o John Zorn.

É esta segunda parte da descrição que se encaixa melhor na música dos The Silence como um todo, ou seja, uma espécie de Frank Zappa frenético e on drugs, caso decidisse incorporar flauta na sua sonoridade. Poderá parecer algo mau mas na realidade até nem é. Para usar total uso da sinceridade, até é melhor do que a própria descrição promete. A dinâmica é o forte dos The Silence (que para quem não sabe, é a nova entidade musical de Masaki Batoh e Kazuo Ogino dos Ghost em conjunto com o baterista dos Acid Mothers Temple, Futoshi Okano) e assim depois de todo o caos apresentado, é possível relaxar em temas como "Ornament" e "Little Red Records Company" - este último que parece que foi escrito na década de setenta e revelado apenas agora ao mundo.

"Hark The Silence" é um álbum surpreendente e aparentemente inesgotável para aqueles que gostam de rock experimental e não se importa de sair do seu corpo de vez em quando, porque é aquilo que deverá acontecer com autênticos devaneios como aqueles que se tem em "Galasdama", "DEX #1" e "Fireball". Por vezes a viagem é de tal forma que se sente que nos podemos perder e não conseguir voltar ao nosso corpo, pelo que se recomenda apenas para viajantes astrais mais experientes. Ainda assim, tendo em conta a maluquice que para aqui vai, vale a pena o risco. Um álbum a devorar compulsivamente aos bocadinhos, onde nem sempre todas as experiências são bem sucedidas, mas as que resultam, resultam em pleno.

 
Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira