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Os Steak Number Eight são uma banda a seguir. Já tinhamos essa certeza aquando do lançamento do seu último álbum de originais, "Hutch", pelo que este terceiro álbum era aguardado com alguma expectativa. Para quem as tinha, definitivamente não ficará desapontado. Passando pela possível barreira que alguns poderão ter em relação a esta coisa do "pós-qualquer-coisa" é importante dizer que os belgas Steak Number Eight se antes não estavam sobre o jugo implacável dos rótulos em geral e desse em particular, aqui finalmente é o momento^da libertação.

Iniciando com uma grande faixa quase instrumental (tirando os berros no final da música), "Return Of The Kolomon" é o melhor início para este "Kosmokoma", provando que a banda está melhor que nunca. Além de manter intactas as suas qualidades como banda extremamente orgânica (dá para sentir que estas músicas poderiam ter surgido em ensaios quando a banda se limita a começar a tocar, independentemente deste ter sido o método de composição ou não) e de conciliadora pelo uso da melodia com um sentido de peso que aqui parece estar um pouco menos inensificado - não, isto não significa que a banda está mais acessível.

Com um feeling mais rock por um lado e progressivo por outro - obrigatório mencionar malhões como "Gravity Giants", "Charades", "It Might Be The Lights", "Cheating The Gallows" e "Space Punch" - por outro mais simples na sua abordagem mas mesmo assim mais evoluído ou complexo - e sim, são estes paradoxos que nos fazem gostar tanto desta banda - tendo um resultado final espantoso e digno de figurar na lista de melhores álbuns do ano (foi lançado no final de 2015) e felizmente assim foi. Este é um trabalho obrigatório para quem gosta de rock, de metal, de pós-qualquer-coisa, para quem gosta de música pesada, viva, pulsante e vibrante.


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira