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Quem é que já tinha saudades da música extrema islandesa? Com grandes nomes a surgirem (e a ficarem nos corações dos apreciadores de música extrema, melancólica e desafiadora) da Islândia, cada vez que surge um novo, é impossível não se ficar logo interessado. Foi o que nos aconteceu com este "Unortheta", o trabalho de estreia dos islandeses Zhrine. O começo do álbum faz-se de forma quase pacata, própria de doom metal melancólico, com o tema "Utopian Warfare que vai crescendo até explodir em distorção épica pouco antes de chegar aos três minutos.

Sabem aquela sensação que temos de ver algo que nos intriga e ficar a ver no que dá? É exactamente o que temos no início desta música. O rumo da música faz-se levar para um lado mais bruto do que aquele que antecipámos, com uma voz gutural bem gutural a mandar a casa abaixo. Se pensávamos que iriamos ter algo no género da "The Dreadful Hours" ou da "Cry Of Mankind" dos My Dying Bride, o que se segue acaba por nos trocar as voltas. No entanto, a melodia (e a melancolia não desaparece, acaba por estar sempre presente, mesmo no meio de blastbeats e riffs em tremolo picking.

O death metal não está esquecido, nem poderia ficar com autênticas demolições como a "Spewing Gloom" e "The Syringe Dance" que são autênticas bombas. É essa dinâmica que acaba por trazer um pouco mais vida ao álbum como o pode condenar. E condenar porquê? Porque em certos momentos, aquilo que parecia especial, como sugeria a já citada primeira faixa, acabou por se tornar algo mais comum pelo o uso e abuso dos elementos death e black metal - nada contra, todos nós adoramosde death e black metal. Ainda assim, e após alguma insistência, é possível apreciar este álbum como um bom trabalho de música extrema, principalmente porque sempre que nos estejamos a aborrecer, aparece-nos algo como a "World" - grande tema este, cheio de ambiência. Terá alguma dificuldade em manter-se ou em pegar-se no mesmo daqui uns tempos, mas está aqui material para nos vir surpreender (ainda mais) no futuro.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira