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Jasus! O início de “Menis”, o primeiro tema de “Allure” parece que é o fim do mundo em trousses. Mas uns trousses sujos, lamacentos e javardos. Encardidos mesmo. Mas daqueles que também não conseguimos colocar de parte, mesmo que isso pareça chocante aos que estão mais perto de nós e das autoridades de higiene e segurança. Conforme aquilo que podemos ouvir nesta primeira faixa épica (com mais de onze minutos), o que inicialmente parece ser um jogo de caos sonoro, depressa se percebe que é uma obra até bastante limpa – isto em termos sonoros – e progressiva de uma forma bastante simples – progressivo não por termos neste trabalho quatro temas, todos com duração superior a 8 minutos, mas por haver um sentido real de progressão em cada uma delas.

Os Eleanora, apesar de chegarem apenas agora ao álbum de estreia (a banda belga já existe desde 2007), demonstram o pedigree de profissionais. A sua mistura do doom com o sludge e o pós-metal (esta associação é feita principalmente pela voz que, confessamos, é o que menos nos agrada aqui, embora acabe por fazer todo o sentido. Pensem em nomes como Cult Of Luna (um pouco menos atmosféricos e com menos eco), Amenra e outros nomes do género que aqui surgem apenas levemente, porque a intensidade (misantrópica, até) é de tal forma que as meras concepções estilísticas, da forma da música aqui apresentada acabam por ficar de parte.

São quatro temas enormes que resultam num álbum enorme. Difícil de absorver, denso, negro, mas ainda assim que dá um gozo desgraçado a ouvir. Ou seja, não se trata do típico álbum que custa a entrar e custa a ouvir, pelo menos frequentemente. Até pode custar a entrar mas cada audição convida a uma nova e a cada uma nova, descobrem-se detalhes que antes tinham passado despercebidos. Mas mais que descobrir novos detalhes, descobrem-se novas emoções dentro de nós. Impossível de destacar qualquer uma das faixas, “Allure” vale pelo seu total. Um grande álbum de estreia.


Nota: 8.7/10

Review por Fernando Ferreira