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Já aqui falámos antes deste entidade que são os Debauchery e da forma como estão intimamente ligados com os Blood God, que basicamente tocam as mesmas músicas, mudando apenas a voz, sendo que é gutural nos Debauchery e mais próxima do heavy metal nos Blood God. Como já dissemos antes (e tendo em conta que a banda tem um ritmo de um álbum por ano nos últimos anos), a base é AC-DC, fase da década de oitenta e Accept – se duvidam, ouçam desinteressadamente a “City Of Bones”.

Primeiro problema que podemos encontrar: Para quem gosta de death metal, o facto da única coisa que têm aqui de death metal ser a voz poderá fazer que não os levem a sério. Segundo problema: a sonoridade grita déjà vú por todos os cantos e esquinas. No anterior álbum, “F*ck Humanity” a coisa até nos entrou e aqui também acaba por entrar, o problema é que mais do mesmo, sem grandes surpresas. Tal como aquela anedota que quando é contada demasiadas vezes acaba por perder o seu efeito.

Não dizemos que temas como “Super Killer Death Match”, “Vampire Holocaust”, “Super Hot Vampire Lady” e principalmente “Bullet To The Head” não chamem pelo fã de AC-DC que há em nós, em qualquer que seja das versões, apenas… déjà vú. Dos fortes. No entanto, e mais uma vez, não nos conseguimos decidir entre qual das abordagens é a nossa favorita, se a dos Debauchery ou a dos Blood God. Acrescentamos apenas de que existe uma edição especial em que nos traz um terceiro CD com quatro versões dos Motörhead intitulado de “Kill Mister”, à qual infelizmente não tivemos acesso.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira