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Somente uma semana após o concerto de Katatonia nesta nova sala de espetáculos, que deixou uma primeira impressão muito positiva, realizou-se o segundo ato com selo Prime Artists, que marcou a estreia dos Kamelot em solo lisboeta. O Lisboa ao Vivo confirmou novamente que é uma sala mais do que adequada para espetáculos desta dimensão, tendo enchido para receber a banda multinacional de power metal. Quanto ao som do recinto esteve muito bom, novamente.

Os Withem trouxeram-nos da Noruega, país de bandas de metal progressivo como Pagan's Mind, Circus Maximus e Leprous, entre outras, uma sonoridade mais na linha de uns Symphony X. Independentemente das semelhanças com este ou aquele grupo, o quarteto valeu-se da sua proeficiência técnica e do seu à vontade em palco para arrancar uma exibição positiva que, aparentemente, agradou à maioria dos presentes. O vocalista Ole Aleksander Wagenius demonstrou estar sensibilizado com a boa receção por parte do público e referiu o quão satisfeitos estavam os Withem por estarem em Portugal pela primeira vez.

Seguiu-se a vez de mais uma banda debutante em Portugal, os Aeverium. Trata-se de um sexteto oriundo da Alemanha, constituido por dois vocalistas (masculino e feminino), guitarrista, baixista e teclista. O coletivo deu a conhecer ao público nacional várias faixas do seu álbum de estreia, intitulado "Break Out", músicas que ao vivo até superaram o que foi gravado em estúdio. Para tal contribuiu e muito a performance muito boa dos dois cantores, vocalmente falando, com o bónus de o homem deste duo, Marcel Römer, se ter revelado um verdadeiro entertainer, ao interagir bastante com os espectadores, incentivando-os a cantar, a saltar, etc... As músicas em maior evidência foram "What Are You Waiting For", a balada "The Ground Beneath Your Feet" e "Break Out" num concerto que superou as expetativas de muitos e divertiu o público.

Por último foi a vez de entrar em palco a banda que todos os espectadores esperavam desde o início. Falamos, claro está, dos Kamelot que protagonizaram nesta noite uma enorme estreia na cidade de Lisboa. Tommy Karevik foi o centro das atenções porque todos queriam perceber como o cantor se portaria ao vivo, substituindo um vocalista carismático como Roy Khan. Podemos dizer que o novo frontman da banda roçou a perfeição quer vocalmente quer no que diz respeito à presença em palco, fazendo esquecer por completo o seu antecessor. Com dois álbuns fortes já sem Roy Khan e prestações como esta de Karevik, é certo que o futuro será longo e risonho para os Kamelot. O alinhamento foi bastante forte baseando-se no mais recente disco "Haven" com metade do mesmo a ser tocado e nos clássicos obrigatórios, temas esses que deixaram os fãs ao rubro. Falamos de músicas incontornáveis como "When the Lights are Down", "Center of the Universe", "Karma", "March of Mephisto" e "Forever". No final, a banda voltou ao palco para tocar mais dois temas, "Revolution" e "Sacrimony (Angel of Afterlife)", sendo que a segunda resultou claramente melhor do que a primeira no encerramento do espetáculo. É que "Revolution" nem sequer é um dos temas em maior evidência no último álbum da banda, por isso não sería certamente uma das músicas que o público queria ouvir no encore. Clássicos como "The Haunting (Somewhere in Time)", "Soul Society" ou "Nights of Arabia", por exemplo, encaixariam melhor nesta fase do concerto mas infelizmente nem foram tocados. No entanto, nada disso mancha a fantástica atuação dos Kamelot e terá sido certamente um dos concertos do ano para os fãs, tendo mesmo superado as expectativas de muitos.


Texto por Mário Santos Rodrigues
Fotos por Diana Fernandes
Agradecimentos: Prime Artists