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Depois de uma aparição no Amplifest, esperava-se mais gente para receber os Wovenhand neste seu regresso ao Porto. No entanto, eram poucas as pessoas na sala 2 do Hard Club quando Filipe Felizardo arrancou com o seu som. 

O guitarrista criou um tapete sonoro com a sua guitarra, que se apresentou ideal para receber o público que chegava; tudo resultou bem, com uma actuação com a duração certa.

Após Paredes de Coura em 2005 e o Amplifest em 2015, o misticismo em volta de David Eugene Edwards continua em alta por cá, mas os Wovenhand foram bem mais que o guitarrista, sempre na sua ego trip pessoal e com o seu canto do palco decorado a preceito, a criar o ambiente para a performance ritualística que se seguiu. No trio restante, há uma mão cheia de excelentes músicos, a começar por Ordy Garrison, um baterista que esteve em grande nesta noite em particular.

O último disco do grupo, “Star Treatment”, data do ano passado, e esta digressão seria suposto servir de promoção ao mesmo, mas a abertura fez-se com uma morna “Hiss”, do trabalho de 2014. De seguida, a tripla “Crystal Palace”, “The Hired Hand” e “Swaying Reed” veio corrigir o arranque, com um David sempre no seu lugar, com os seus mantras indígenas, voltando a “Refractory Obdurate” com “Salome”, numa altura em que já toda a plateia estava hipnotizada. O uso do mandolim-banjo trouxe ainda um ar mais exótico ao concerto, que continuaria com “Corsicana Clip”, “The Refractory” e “Obdurate Obscura”, terminando com “Sinking Hands”.

O encore serviu para encerrar em grande, levando a audiência ao rubro, e foi servido com “Five By Five”, “Low Twelve” e “King O’King”, numa noite mágica, que valeu tanto pela presença de David Edwards, como pelos excelentes músicos que o amarraram aos temas e os executaram de forma irrepreensível.


Texto por Rita Afonso
Fotografias por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Amplificasom