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Wednesday 13 (Joseph Poole) é conhecido não só por ser a cara de Murderdolls mas também pela sua banda homónima. Tivemos a oportunidade de falar com ele acerca do último álbum que lançaram; “Condolences”.


M.I. - Olá, tudo bem? Eu sou a Sara e faço parte da Webzine Portuguesa Metal Imperium. Antes de mais queríamos agradecer-te por teres tirado um tempo para falar connosco.

Olá, tudo bem. Obrigado!


M.I. - Adoraríamos saber mais sobre o teu novo álbum “Condolences”

Este é o sétimo álbum de Wednesday 13 e é possivelmente o álbum em que passámos mais tempo a trabalhar e a gravar. Esforçámo-nos mesmo muito, acho que é um dos melhores álbuns que fizemos até hoje.


M.I. - Gostávamos de saber quais foram as vossas inspirações principais, ouvimos dizer que os assassinos em serie foram uma delas.

Eles fizeram parte do universo das letras. Já escrevo e faço música há mais de 20 anos e antigamente, no início dos noventas, sempre escrevi sobre o que sabia bem; filmes, brinquedos e desenhos animados. Já passaram 27 anos e comecei a sentir que me estava a repetir então decidi procurar outros assuntos, sempre relacionados com o mundo do terror. Comecei a ler histórias de crimes reais e descobri tanta coisa terrível, mais assustadora que qualquer filme de terror que alguma vez eu tenha visto então decidi encaixar isso nas letras do álbum para dar uma sensação sombria, assustadora. Acho que resultou.

M.I. - É verdade, a realidade consegue ser mais assustadora que a ficção. Continuando ainda no tema dos assassinos em serie, houve algum que se destacou dos outros e te fascinou mais? Ou que simplesmente quisesses mesmo utilizar como inspiração?

Já li muitos livros sobre os mais famosos, como o John Wayne Gacy, Ted Bundy e Jeffrey Dahmer. Sei muitas histórias sobre eles e são completamente perturbadores. Mas também há outro, o BTK, acho esse especialmente assustador. As confissões dele, como ele falava sobre os crimes que cometeu... Acho o mais assustador que o Jason ou o Freddy Krueger, ele era um tipo normal, ninguém estava à espera que ele fosse capaz de cometer tais crimes.


M.I. - Disseste-nos que este álbum foi o que demorou mais tempo a gravar, podes dizer-nos quanto tempo demorou e se foi porque estavam a compor juntos? Tendo em conta que os outros álbuns foram compostos apenas por ti.

Antigamente eu compunha grande parte da música sozinho e gravava as demos, depois enviava o áudio ao resto do pessoal por email e juntávamo-nos no estúdio para gravar. No ano passado, com o “Condolences” eu não queria fazer as coisas dessa forma. Não quis escrever eu as músicas todas, queria juntar-me num sítio com a banda para compormos tudo juntos. Tomámos então essa decisão e tirámos os meses de Junho, Julho e Agosto para isso. Durante 3 semanas escrevemos uma canção nova todos os dias. Confirmando que criávamos uma boa música cada vez que nos juntávamos. Esforçámo-nos mesmo muito e foi algo que nunca tínhamos feito antes, um novo método.


M.I. - Também reparámos que este álbum é mais pesado, foi algo natural ou quiseram que assim o fosse conscientemente?

Sim, foi uma coisa natural, o nosso álbum anterior também já estava neste registo mais pesado, talvez até mais, não sei. Há quem considere que sim. Eu sabia que este álbum ia ser pesado mas não o gravámos com esse intuito nem com isso em mente. Só queríamos compor boa música e aconteceu tudo naturalmente. Eu não forço nada, não pensei em fazer um álbum mais pesado. Apenas deixámos tudo seguir o seu rumo natural e é isso que faz bons álbuns.


M.I. - Sem dúvida! Quase toda a gente se lembra de ti por causa de Murderdolls e neste álbum ainda dá para sentir ainda essa influência.

Sim, penso eu. O meu guitarrista fez parte do último álbum de Murderdolls e o nosso baterista, o Kyle, é mais novo que nós e a banda preferida dele era Wednesday 13 e Murderdolls, então tu consegues sentir isso na maneira como ele toca, acaba por se encaixar tudo e é bom que consigam ouvir essa influência também.


M.I. - Tens alguma música preferida neste novo álbum?

Sinceramente muda a toda á hora, eu gosto muito da “Condolences” e da última faixa do álbum; “Death Infinity”. Gosto da forma como essas duas músicas se encontram uma com a outra, como uma espécie de música única. São provavelmente as minhas preferidas e foram as primeiras que escrevi para o álbum. Acho que ficaram com uma atmosfera muito fixe e captaram bem aquela sensação misteriosa, quase como se estivesses a ouvir uma banda sonora com uma banda de rock a tocar ao mesmo tempo.


M.I. - Quanto aos videoclips, queres falar um pouco sobre isso? Quão envolvido estiveste no processo?

Eu estive bastante envolvido em todos, já fizemos quatro até agora e vamos a gravar um novo este fim-de-semana, para a música “Cadaverous”. Vai ser uma espécie de vídeo de Halloween. Todas as faixas que decidimos usar para os vídeos não foram escolhidas por nós como banda, foi a primeira vez que lançámos um álbum sem saber qual seria o primeiro single. Gostávamos todos de músicas diferentes, não conseguíamos mesmo decidir então falámos com a editora e amigos. As escolhas que se foram se repetindo e as 4 principais foram as que acabámos por escolher; “What the night brings”, “Cruel to you”, “Blood Sick” e “Condolences”. Tentamos criar sempre vídeos diferentes, eu já não fazia um vídeo desde Murderdolls, há 7 anos atrás. Então quis certificar-me que todos seriam de grande qualidade e à altura. À medida que os fizemos fiquei cada vez mais à vontade, já que fazer vídeos não é propriamente algo natural para mim. Mas quando terminámos o quarto posso dizer que já me tinha habituado.
Eles foram todos filmados ao longo de dois meses, em alturas diferentes. Foi bastante trabalhoso e algo que falámos com a editora pois queríamos ter a certeza que com este álbum as pessoas poderiam ter elementos bastante atractivos para assistir. Visto que somos uma banda muito visual e não tínhamos nenhum clip gravado. Estou a tentar fazer cada vídeo diferente, com este próximo vamos estar mais focados em filmes de terror old school com o tema do Halloween. Esse é o plano, eu nunca sei como vai ser o resultado final.


M.I. - E agora vão começar uma tour certo?

Sim, vamos começar uma tour nos Estados Unidos daqui a uma semana. Vão ser 28 concertos e depois disso vamos directamente para o Reino Unido. A seguir começamos a tour pela Europa, que vai ser na noite de Halloween em Paris.

M.I. - Então o novo vídeo vai sair depois da Tour?

Não, o vídeo vai ser lançado antes do Halloween.


M.I. - E depois da tour Europeia o que vão fazer?

Mais tours! Depois da tour vamos continuar a dar concertos até pelo menos até ao próximo ano. Espero conseguir incluir a Austrália e o Japão. E ainda vamos fazer mais tours nos Estados Unidos e Europa, também nos festivais de ambos no próximo ano. Vamos estar ocupados e a trabalhar mais neste álbum, quando estiver tudo feito devemos ter um vídeo para cada música do álbum. Quero fazer algo que se assemelhe a um filme.


M.I. - E Portugal estará incluído nesses planos? Será que poderemos assistir a Wednesday 13 em terras Lusas brevemente?

Adoraria! Eu nunca nego a hipótese de tocar, seja onde for. Já fomos a Portugal uma vez, durante um festival, com o Marilyn Manson. Isso aconteceu porque estávamos com a Roadrunner Records e tínhamos o apoio deles, então conseguimos ir a todos os festivais com maior impacto nesse ano. Espero que no próximo ano dê para fazer uma tour onde façamos todos os festivais mais conhecidos e isso incluiria Portugal. Adoro viajar pelo mundo, tocar em qualquer e todo o lado e não vou aí há bastante tempo. Adoro conhecer os meus fãs que estão espalhados pelo mundo, espero conseguir visitar-vos. Quero sempre tocar para os meus fãs mas às vezes não consigo tocar em todos os sítios e isso deve-se muito ao facto de não fazerem parte dos sítios principais onde tocamos regularmente, já que é difícil conseguir ir a um sítio onde não temos muito publico. Mas com este novo álbum, vídeos e a editora a dar-nos apoio, acredito que consigamos chegar a mais sítios.


M.I. - Como tem sido com a Editora? Quais foram as mudanças principais? 

O mundo da música muda constantemente a cada ano que passa, é totalmente diferente desde a última vez que estive ligado a uma editora. Sou eu que trato de tudo da banda, não temos manager. Como sou eu que trato de tudo tenho trabalhado muito de perto com a editora, somos super honestos com tudo. Nada de histórias malucas como às vezes se ouve por aí, nada disso. É algo honesto, lançámos o álbum e até agora têm sido excelentes comigo. Eles fizeram os vídeos connosco e fizeram muita publicidade aos mesmos. Por mim só posso mesmo dizer, que de todas as discográficas que estive até hoje, esta é sem dúvida a melhor experiência que estou a ter. Fiquei amigo de muita gente lá e também existem velhos amigos que reencontrei, visto que muitos trabalhavam antigamente na Roadrunner. É mais como se fosse uma família, como se fosse um lar e espero que eles sintam o mesmo connosco e que no futuro continuemos a trabalhar com a Nuclear Blast.


M.I. - Tens alguma mensagem para os teus fãs Portugueses?

Obrigado por estarem sempre connosco e pelo vosso apoio durante estes anos. Espero voltar a Portugal brevemente para alguns concertos. Vemo-nos em breve!


M.I. - Para última questão, o que te inspira mais?

Sinceramente não sei. Já disse tanta coisa diferente, mas ultimamente acho que os fãs são o que mais me inspira. Eu sinto que não os quero desiludir. Sei que tenho um público que tenho de entreter em cada concerto e em cada álbum, isso faz-me querer ser melhor no que faço, fazer álbuns e espectáculos melhores. Por isso sim, os meus fãs inspiram-me. A música é algo que sei fazer e tenho pessoas que querem ouvi-la. Não há melhor sensação no mundo que essa. Quando comecei a minha inspiração era mesmo ter alguém que me fosse ouvir e agora que tenho isso, podendo não ser o maior público no mundo, são tão fieis para connosco que sinto que tenho a maior legião de fãs de sempre.


Entrevista por Lilly Rose