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Numa recente entrevista, Tobias Forge falou sobre a evolução musical e cénica dos Ghost e sobre o risco de repetir álbuns anteriores, do qual se destacou o seguinte:

"Teria sido fácil tentar fazer o 'Opus Eponymous II' e fazer disso uma rotina. Mas parecia que se isso ia a algum lado, precisávamos sempre de dar grandes passos. Precisamos de criar músicas que já não temos. Precisamos de ir mais devagar e mais rápido, mais amplamente e mais levemente. Foi a única coisa que senti realmente que poderia surpreender algumas pessoas, mas as letras do primeiro disco são talvez um pouco fictícias. Eu gosto muito do tipo de música baseada no ocultismo, onde basicamente se canta sobre uma receita para a missa negra. Tudo bem, e eu adoro isso, mas é difícil fazer isso álbum após álbum após álbum. Mais cedo ou mais tarde, a vela vai deixar de arder. Eu percebi que: 'Bem, se há pessoas a ouvir, é melhor dizeres algo que tenha um pouco de conteúdo."

Por: Bruno Porta Nova - 16 Maio 18