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Basalto é uma rocha vulcânica, proveniente do magma quente. Assim são os Basalto, um trio instrumental de sonoridade dura, forte, compacta, mas que nos conduz a algo interior, quente, em efervescência. Nascidos em 2015, entre as jams de António Baptista (guitarra), Nuno Mendonça (baixo) e João Lugatte (bateria), a banda lançou em Outubro de 2017 o seu segundo trabalho,” Doença”, dando assim continuidade a “Basalto”, álbum homónimo lançado em 2016. Estivemos à conversa com António Baptista, que nos falou deste trio sem voz. 

M.I. - Obrigada por terem aceite dar esta entrevista. Vamos começar pelas vossas origens: Viseu, Açores e Brasil – como é que os Basalto se juntaram?

Boas, obrigado nós pelo interesse. O nosso baterista, o João, veio do Brasil com 13 anos, estudou cá e depois emigrou. Voltou para Viseu depois de uns anos a trabalhar fora e assim que nos encontrámos falou-se em ir dar uns toques. A coisa correu bem e fomos construindo músicas. Em relação ao Nuno, estudou em Viseu também e ficou por cá. É meu cunhado e juntou-se o útil ao agradável.


M.I. - São um trio instrumental, sem vozes. É uma opção, um conceito, ou um acaso?

Um acaso basicamente. No início ainda procurámos alguém, mas como as coisas foram evoluindo acabámos por deixar as coisas assim. Neste álbum, “Doença”, já temos algumas partes em que experimentámos umas vozes e decidimos que ficava interessante assim.


M.I. - O facto de neste vosso segundo álbum “Doença”, existirem algumas vozes, significa que podemos vir a ter um álbum com letras, ou um Basalto com vocalista?

Vamos ver. Não te consigo responder concretamente a isso. Só o tempo o dirá, tentamos levar as coisas muito no momento e depois vamos decidindo. Sentimo-nos bem assim.


M.I. - O que é que mudou, se é que mudou, do “Basalto” de 2016, para o “Doença” de 2018?

O Basalto foi gravado depois de um ano de ensaios juntos. Sem opiniões exteriores de ninguém. No nosso primeiro concerto já tínhamos o álbum na mão. No segundo já tínhamos mais experiência a tocar juntos e acho que nos ajudou a ter mais flow na construção das músicas.

M.I. - Porquê “Doença”?

Foi surgindo a ideia, embora partindo de brincadeira, acabou por uma série de circunstâncias de se adaptar ao processo e ao feeling de todo o álbum.


M.I. - Este álbum “Doença”, foi produzido por vocês, em regime DIY. Quais as principais dificuldades e as principais vantagens de produzir um álbum dessa forma?

Dificuldades sempre muitas porque tens de estar sempre a tentar aprender mais a nível de som para melhorares o processo. Vantagem financeira basicamente, porque temos todo o tempo que quisermos para fazer as coisas. E penso que no fim das coisas também fica um pouquinho de orgulho de sermos nós a fazer tudo.


M.I. - Mesmo sem letra, as músicas têm o seu significado, uma mensagem. Qual a mensagem que pretendem transmitir com as vossas músicas?

Penso que cada pessoa tem de ter a sua abordagem ao conceito que exploramos em cada álbum. Neste caso o “Doença” pode ser visto de vários factores, como uma doença existencial do ser humano, ou da falta de valores que cada vez mais encaramos na sociedade actual. Cada pessoa tem de ouvir e sentir as coisas á sua maneira. Nós só damos o tópico.


M.I. - É fácil vingar no meio musical, em especial no interior e com uma sonoridade tão própria?

As coisas são difíceis mediante as expectativas que crias também. Já não somos nenhuns putos. Como é óbvio, vamos fazer de tudo para por a banda no maior patamar possível, mas vamos estar sempre tranquilos e a curtir fazer a nossa música principalmente.


M.I. - Basalto é um grupo musical ou um conceito?

Não pensamos muito nisso. É o que nos quiserem chamar.


M.I. - Como perspectivam o vosso futuro?

Vamos fazer sempre as coisas à nossa maneira, enquanto entendermos que vale a pena e tendo gosto em fazê-lo. Tentar lançar álbuns regularmente e ir chamando a atenção de quem não nos conhece.


M.I. - Muito obrigada!

Obrigado nós, continuem o excelente trabalho!!


Entrevista por Rosa Soares