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Os Akrotheism lançaram em Março deste ano o seu segundo álbum de estúdio, de nome "Law of Seven Deaths". A banda formada por Schism (baixo), Naos (guitarras) e Aeon, que toma conta das vozes ofereceu-nos uma peça demoníaca de 55 minutos, na qual conseguimos sentir um misto de agonia, sufoco e liberdade.

Efectivamente, o black metal é quase como uma libertação primitiva de todos os sentimentos que sufocam a nossa mente. Mas a atenção que importa neste momento é sobre esta peça oferecida pelo trio grego. Começamos com "Typhonian Serpents", tema com oito minutos e meio que nos engole nesse abismo. Blast beats, uma voz infernal, riffs rápidos e sem maneiras e, na verdade, não dá para ficar indiferente a este tipo de sonoridade. A segunda música do álbum, "Manifesting Tartarus" é a continuação dos cânticos vindos das profundezas de Aeon e que fazem com que esta peça se torne definitivamente uma das mais marcantes deste ano, no que toca a este tipo de sonoridade (quase que estamos a ouvir Marduk com o tema "1651").

8 minutos depois temos "Desmotropia", terceira música. O que é que podemos dizer acerca de uma música de quase 10 minutos que nos arranca o coração e nos sufoca com os riffs e beats que só o black metal sabe fazer e nós tão bem os recebemos? Só esperamos por mais experiências como estas! A meio do álbum pensamos "nada mal para uma banda que só tem para todos os efeitos duas obras" e somos abordados pela quarta música - "Virtue of Satyr" e continuamos a ouvir aquele blast beat que teima em não nos abandonar. O mesmo se pode afirmar quanto à voz demoníaca, guitarras destruidoras e aquele baixo (aquele baixo...). Ao longo desta peça lançada pela banda proveniente da capital grega, Atenas, podemos verificar temáticas ortodoxas e ocultas e temos a certeza de que o black metal está bem entregue. Calma, o álbum ainda não acabou. "Oracle Mass" e "Skeptomorphes (The Origin of I)" - quinta e sexta faixa desta peça, respectivamente - demonstram-nos que é possível manter um álbum com a mesma sonoridade e temas sem o tornar repetitivo ou aborrecido, com especial destaque para a sexta música, que nos oferece passagens marcantes.

O álbum acaba com "En", e o ouvinte tem a impressão que esteve perante ritos de passagem para outros universos ou uma lição do oculto e do pensamento esotérico. Esta banda é um exemplo que contraria a famosa expressão "viram-se gregos para fazer black metal." e mostra-nos que os gregos têm qualidade e brio no seu trabalho. Nós... nós ficamos a aguardar quase impacientemente, por mais um lançamento. Pessoalmente, depois da quantidade e qualidade de lançamentos deste país, tenho orgulho nas minhas raízes.

Nota: 8.5/10

Review por Carolina Lisboa Pereira