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Andam cá desde o início de 2011, assumindo sempre uma postura Death Metal. Se sob o nome Despondency era assumida uma veia menos melódica, então a alteração de nome para “Calamity Islet” não foi a única mudança no coletivo. Mais melódicos e mais abertos ás suas influências, falámos com o vocalista Ricardo Rodrigues que nos revela mais sobre este coletivo tão promissor na cena nacional!


M.I. - Antes de mais… o que é feito dos Despondency?

Os Despondency são os Calamity Islet, é a explicação mais objectiva e concreta que consigo dar. Seria de facto mentira se dissesse que com a mudança de nome não vieram quaisquer outras mudanças, no entanto quem somos, o que fazemos e o que queremos ser é algo que permanece constante. Tenho de negar de certa forma qualquer tipo de mudança em termos musicais que se presuma ter vindo com a mudança de nome, mesmo sob o nome Despondency muitas das faixas compostas para o EP que apresentamos como Calamity Islet – senão todas – já estavam completas e até já as tínhamos tocado ao vivo, de certa forma creio que isso é prova do quão vasto será o leque de influencias que constituem nossa musica, dado que a única faixa que saiu enquanto eramos Despondency foi a “Cult Of The Brainless” (faixa para a qual fizemos um videoclip à cerca de um ano atrás) que fazia parte de uma demo que gravamos que era constituída por três musicas, a Cult, a Death’s Warm Embrace e a The Seventh, duas musicas que estão no EP, digo isto para que entendam que em termos musicais, embora tenhamos mais que certamente evoluído bastante, nada mudou, apenas é possível notar-se algumas diferenças de sonoridade entre as faixas em si, embora permaneçam com uma sonoridade básica padrão entre elas, creio eu. No entanto a mudança de nome advém do lançamento do nosso primeiro trabalho em estúdio, e portanto, a nossa primeira experiencia num estúdio profissional e por isso tanto nas musicas como na nossa maneira de compor e de criar sofremos mudanças, ganhamos experiencia e crescemos como banda portanto nesse ponto de vista creio que Calamity Islet refere-se de facto a uma versão mais experiente e avançada dos Despondency. Porque mudamos de nome? Pelo simples facto de já ter existido uma banda de Grind Alemã com esse nome, embora eles já não estejam no activo nós preferimos arranjar um nome único e original, deste modo não temos problemas legais nenhuns e possuímos uma identidade que sem dúvida veio a favorecer a banda por ser algo com o qual nos identificamos mais e que tem para nós um maior e mais poderoso significado.


M.I. - É notório que o vosso EP tem uma musicalidade que vai beber a muitas e diversas fontes. Quais são as fontes que mais inspiram os Calamity Islet, dizendo assim?

Exacto, é mesmo fruto de uma mistura de diversas e variadas fontes de inspiração, esta banda é uma irmandade composta por 5 pessoas bastante distintas, com personalidades e gostos musicais distintos, o que resulta portanto neste produto final algo peculiar. Mesmo com influências que vão desde o Jazz até ao Brutal Death Metal passando até por influências Prog e até ‘core eu diria que as que se destacam seriam Lamb Of God, In Flames, Bloodbath, Soilwork (grande influência para este EP) e até mesmo Periphery e Textures.


M.I. - E uns poucos dias após ter saído este EP, que reacções têm havido?

Temos recebido imensos thumbs up basicamente! (risos) Ocasionalmente temos tido críticas positivas e negativas (que eu adoro, por sinal! Críticas fundamentadas e nas quais o gosto pessoal é o mais irrelevante possível deixando somente a vertente musical/emocional de cada um falar sobre o nosso trabalho) e temos sentido um grande apoio, embora nada de enorme, mas bastante maior do que estávamos á espera dado que somos praticamente desconhecidos e ainda obtivemos óptimas reviews, que são obviamente grandes boosts e incentivos adicionais que se juntam aos que já temos por natureza. Este EP é algo como uma experiencia, é apenas o início, e vamos certamente evoluir e aprender muito mais, e portanto ter tanto feedback positivo no nosso primeiro trabalho é sem dúvida extraordinário!


M.I. - Entrando numa pergunta um bocado mais cliché… Com este lançamento, quais são os objectivos que pretendem atingir num futuro próximo?

Creio, pelo menos na minha maneira de ver as coisas, que não é bem acerca de objectivos que temos para um futuro próximo, mas sim trazer, de forma oportuna e com um timing correcto, os objectivos que temos delineados para o nosso futuro o mais perto do presente possível, ou seja não queremos pausas, queremos fazer as coisas “step by step”. Ir cumprindo os nossos objectivos sem cessar. Neste momento estamos a concentrar-nos um pouco na promoção do “See The Colourless”, tanto com vídeos, como com o lançamento em breve do making of em vários episódios no youtube (temos horas e horas de vídeo HD que resumimos em alguns episódios que creio que mesmo o pessoal que não goste da nossa musica ia curtir ver) como com um videoclip para uma das musicas do EP e entre outras coisas teremos merch, iremos ter T-shirts á venda brevemente que eu como apreciador de merch de metal que sou devo dizer que é algo de bastante interessante, e outros tipos de merch, tudo a chegar o mais depressa possível. Continuando no tema do futuro próximo embora tenhamos lançado recentemente o EP para a banda, e talvez pelo facto das musicas já terem sido escritas há bastante tempo, este trabalho já faz de certo modo parte do passado e estamos já a compor material para um álbum que esperamos ter condições para começar a trabalhar o mais rápido possível.


M.I. - Achas que o facto da banda ser oriunda da Madeira, que é geograficamente mais afastada, pode prejudicar-vos de alguma forma?

Este tema é recorrente e bastante pertinente e de facto sim, pode e prejudica-nos em vários factores. Com isto não quero passar a imagem de que somos desfavorecidos nem nada do género, mas o facto de a única maneira plausível de podermos sair da nossa localidade para seja lá o que for ser de avião é sem dúvida um grande obstáculo para nós, sobretudo em termos financeiros, pela simples razão de que já investimos imenso neste projecto e neste momento não temos mais fundos para investir nem maneira de o fazer sem ser através dos frutos que esperamos colher do nosso trabalho que é este EP. Para termos o que temos, já ultrapassámos a barreira da insularidade e sei que o faremos de novo as vezes que forem precisas mas o grande bang deste projecto será assim que conseguirmos expor-nos ao vivo fora da Madeira, o que espero que aconteça brevemente.


M.I. - Quanto a concertos de promoção ao EP, o que está já agendado e em vias de agendar? Gostariam de tocar em algum sítio em especial em Portugal continental?

Neste momento não temos nada agendado e embora queiramos imenso, não temos nada em vias de agendar. Infelizmente não nos podemos dar ao luxo de ir de avião para dar um só concerto portanto estamos a tentar agendar uma tour nacional e se possível até ibérica na qual em duas ou três semanas tocássemos o máximo de vezes possível e em lugares variados, dessa maneira valeria mais do que a pena o investimento e seria óptimo para nós. Pessoalmente existem vários lugares onde adorava tocar, como no Metalpoint, no Hard Club se possível (Porto) e na Republica da Musica em Lisboa e Side B mas em especial queria mesmo tocar para muita e diferente gente e partilhar o palco com os numerosos talentos que existem no panorama nacional do metal português!

Entrevista por Diogo Marques