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Os Web foram uma escolha mais do que acertada para abrir a tarde, num dia encabeçado pelos Testament. Quem já os tinha visto anteriormente noutros palcos do underground nacional e quem conhece os dois álbuns da banda portuense, já sabia à partida que ia presenciar uma actuação de qualidade, com energia e grandes músicas. Thrash Metal melódico e catchy foi uma constante ao longo de seis temas, cinco deles do excelente "Deviance", lançado em 2011 e um de "World Wild Web" de 2005. Não vale a pena realçar alguma música em particular, porque todas são fortes e obtiveram uma boa receptividade por parte dos presentes.



Como é sabido, os Tarantula são um nome extremamente importante do metal português e não deixaram os créditos por mãos alheias, sendo uns mais do que dignos representantes nacionais do metal mais tradicional no Vagos Open Air. Com oito álbuns editados na sua profícua carreira, a banda de Paulo Barros e Jorge Marques optou por apresentar um alinhamento principalmente feito à base de músicas de dois dos álbuns mais recentes: "Dream Maker" de 2005 e "Spiral of Fear" de 2011. A grande maioria do público era receptivo ao metal mais tradicional devido ao cartaz do 2º dia, pois este estava mais focado para essas sonoridades, o que ajudou também à boa reacção que este concerto de Tarantula teve. De resto, foi uma actuação imaculada e onde a banda espalhou simpatia e competência pelo palco do Vagos Open Air.



Da Grécia vieram os Rotting Christ que protagonizaram um dos melhores concertos do Vagos Open Air, daqueles que, por si só, já terão valido a presença no segundo dia do festival. A banda dos irmãos Sakis Tolis e Themis Tolis trouxe na bagagem um dos melhores álbuns de 2013, "Kata Ton Daimona Eaytoy", do qual tocaram apenas "In Yumen-Xibalba" e "Kata ton Demona Eautou", porque tiveram, como era expectável, de revisitar outros álbuns da sua excelente e já extensa discografia. Desde o início com "The Forest of N'Gai" ao final com "Noctis Era", os Rotting Christ presentearam o público nacional com grandes músicas, executadas com mestria e uma intensidade contagiante, deixando certamente os espectadores do Vagos Open Air com vontade de rever a banda brevemente.

Outro dos pontos mais altos de todo o festival foi, sem margem para dúvidas, o concerto dos Iced Earth. A banda liderada por Jon Schaffer apresentou um alinhamento de doze músicas, sendo quatro delas do último álbum, "Dystopia", e todas as outras conhecidos clássicos da icónica banda norte-americana, tendo a mesma deixado completamente de parte faixas dos três cd's anteriores a "Dystopia", os mais contestados da sua discografia. Ainda assim, devido a não serem cabeças de cartaz, não tiveram tempo de tocar todos os seus temas importantes, o que podia ter tornado a actuação ainda mais memorável. Stu Block, com uma excelente performance vocal e à vontade em palco, não perdendo oportunidade para incentivar o público a cantar e interagir com a banda, provou - para quem ainda tinha dúvidas - que é o vocalista certo para dar continuidade à carreira da banda. "Watching Over Me", "Iced Earth" e "The Hunter" fecharam o concerto de forma brilhante. De referir ainda que, em Janeiro de 2014, os Iced Earth irão visitar novamente o nosso país - mais propriamente o Paradise Garage, em Lisboa - dando aos fãs uma nova oportunidade de assistir ao seu espectáculo, desta vez com mais tempo para tocarem mais clássicos.



Como todos sabem os Saxon, que eram um dos grandes destaques da última edição do Vagos Open Air, tiveram de cancelar a sua actuação devido a uma lesão de Biff Byford, causada por uma queda do veterano vocalista. Também veterano mas não menos importante para a história do metal do que Biff Biford, o lendário Kai Hansen e os seus Gamma Ray, foram os substitutos de última hora dos Saxon. Mérito para a organização do festival que soube substituir uma grande banda por uma banda do mesmo calibre, sem qualquer perda de qualidade para o alinhamento do festival. Os Gamma Ray foram recebidos de braços abertos pelo público e este acabou por ser mais um dos momentos inesquecíveis do Vagos Open Air. Foi chegar, tocar e vencer! O concerto mais longo dos dois dias do evento (cerca de uma hora e meia de música) teve um alinhamento cheio de grandes temas dos Gamma Ray, culminado com as famosas "I Want Out" e "Future World" dos Helloween, tocadas e cantadas pelo mestre Kai Hansen, o que valeu a pena ver!





Os cabeças de cartaz Testament eram uma das bandas pelas quais os presentes tinham mais expectativas. No entanto,  apesar do concerto ter sido bastante aplaudido e movimentado, terá desiludido um pouco alguns dos fãs presentes no Vagos, que foram ao festival por sua causa. Isto devido a um Chuck Billy que não esteve vocalmente num dos seus melhores dias e ao facto do concerto ter terminado prematuramente, após uma hora e dez minutos de actuação, quando todos esperavam que a banda voltasse ao palco para o encore. O vocalista dos Testament chegou mesmo a perguntar ao público se queria mais uma música quando a banda estava a sair de palco, mas estes já não voltaram. Um balde de água fria para os fãs, que terá eventualmente sido provocado pelo grande atraso que houve no checksound, o que levou o colectivo norte-americano a começar o concerto cerca de vinte minutos mais tarde do que o previsto, o que provavelmente fez com que a banda não pudesse estender a sua setlist para muito depois da hora marcada para o final do festival, sendo que quando saíram de palco, até já passavam cinco minutos da hora. De resto, valeu a presenciar a actuação de uma dupla de classe como Eric Petterson, Alex Skolnick e o monstro Gene Hoglan na bateria e ao debitar de clássicos e grandes músicas dos últimos álbuns que, verdade seja dita, pouco ou nada ficam a dever aos temas mais icónicos da banda.


Uma palavra final para os Dj MrKool (na foto), Dj Old Skull e Dj Jó que animaram os festivaleiros durante a recepção ao campista e nas after-partys, após os términos de ambos os dias de concertos. Passaram vários clássicos do metal e a animação continuou pela noite fora.

Texto por Mário Rodrigues
Fotografias por Diana Fernandes
Agradecimentos: Prime Artists e Ophiusa Eventos