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Um concerto há muito aguardado pelos fãs lisboetas da banda finlandesa teve finalmente lugar na passada noite de dia 30 de Outubro. A acompanhar os Children Of Bodom, vieram os Medeia, também finlandeses, a promover o seu quarto álbum, "Iconoclastic". 


Com uma curta mas intensa actuação, os Medeia foram um bom aquecimento com o seu death metal com tiques core, sem problemas de aceitação por parte de um público ávido por C.O.B.. Aliás, quando acabaram de tocar, a casa já estava praticamente cheia e a banda visivelmente satisfeita tanto com a sua prestação como com a recepção por parte do público português. O som, esse, estava demasiado embolado, onde os pormenores da guitarra solo passaram na sua maior parte completamente despercebidos. Ainda assim, uma boa banda de abertura.



O death metal ia mudar de feições com a entrada dos polacos, mais clássico, mais técnico e provavelmente, mais familiar para os fãs portugueses. A banda que não edita nenhum álbum desde 2011 (se calhar também já está na hora de lançarem algo) simplesmente arrasou o Paradise Garage, mesmo estando a tocar para o público que não era o deles e tal como os Medeia, tiveram o público nas mãos desde o início até ao final. Aliás, até antes de começarem a tocar, quando no soundcheck da guitarra são tocados os riffs principais da "Walk" dos Pantera, devidamente cantados pelo público presente em uníssono. Desde a "Silence", do último álbum "Carnival Is Forever", transformada em intro, até à clássica (que não poderia mesmo faltar) "Spheres Of Madness" a encerrar a prestação, os Decapitated dominaram, seja pela sua humildade (ao puxarem pelo público para gritarem por Children Of Bodom) seja pela qualidade do que se pôde ouvir - o som não esteve perfeito mas houve melhorias em relação aos Medeia.



Depois de algum tempo (talvez demasiado) de espera pela banda cabeça de cartaz, assim que os membros dos C.O.B. começaram a entrar em palco, um a um, o público entrou ao rubro e não demorou muito que o primeiro single, "Transference", com direito a videoclip, do último álbum iniciasse as hostilidades, com um jogo de luzes muito, muito bom. O que se assistiu nos cerca de noventa minutos que durou concerto foi uma rendição por completo por parte do público lisboeta à banda e à banda, por consequência, maravilhada por tão calorosa recepção. Com as melodias dos leads a serem entoadas como se fossem refrões (ou como se fossem temas dos Iron Maiden), a banda apresentou uma selecção de quase toda a carreira (ficando de lado o álbum "Relentless Reckless Forever") comunicando o q.b., não entre todos os temas, mas o suficiente para não se sentir que era apenas mais uma data a cumprir no calendário da tour em piloto automático - coisa que os fãs não ligariam de qualquer forma, mas que os mais distantes notariam. Não foi o caso, pelo contrário. Uma noite como o Paradise Garage já não via há muito, uma banda e o seu público ligados de uma forma que não é usual. A haver defeitos, apenas por dois pequenos pontos, a música "Scream For Silence" que apesar da sua qualidade, quebrou ali o ritmo, e o som do bombo. Cada vez que havia pedal duplo, tudo o resto quase que desaparecia. Pequenos detalhes que não conseguiram apagar nem manchar o grande concerto dado, pela primeira vez, na nossa capital. 


Texto por Fernando Ferreira
Fotografia por Tiago Barbas
Agradecimentos: Prime Artists