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Aquele que é o festival de “música pesada” mais antigo em Portugal, comemorou a sua vigésima edição, no passado dia 11 de Janeiro. Com um cartaz variado, a mais recente edição deste festival, foi aquela que mais gente teve, reforçando ainda mais o seu estatuto como ponto de passagem obrigatória para os fãs de metal em Portugal.

O dia começou com o concerto de Inkilina Sazabra, projecto lisboeta de rock industrial que trouxe na bagagem o seu segundo álbum de originais. Foi um concerto relativamente parado, perante uma plateia ainda muito escassa.



Depois chegou a vez da actuação de Mind Holocaust. A banda espanhola de Death Metal deu um concerto potente, apesar de ainda estar uma sala muito vazia. O pouco público presente vibrou com o som destes, que tocaram temas dos seus dois álbuns de estúdio.



Os portugueses Mindfeeder foram uma das surpresas da noite. A banda foi a Mangualde apresentar o seu registo de originais, “Endless Storm”, lançado a nível nacional no ano passado. Com uma sonoridade mais virada para o Heavy/power, este grupo atraiu a primeira enchente do dia e conseguiu cativar o público. Especial destaque para o vocalista e a sua tremenda presença em palco.



Seguiu-se o concerto dos nacionais Dead Meat. Este projecto de brutal death/grindcore provocou o caos na plateia, não havendo descanso do início ao fim do concerto. Um espectáculo certamente agradável para os fãs do género, que no entanto falhou em convencer todos aqueles que preferem outros sub-géneros de metal.



A “violência” na plateia reduziu-se aquando da actuação dos Head:Stoned. Este grupo, com uma sonoridade mais thrash, mostrou bastante qualidade e não precisou de muito para convencer os presentes. Com apenas dois EPs e um álbum  de longa duração, esta banda já tem um lugar sólido no underground nacional, devido em grande parte à qualidade das suas actuações ao vivo. No entanto, neste caso, a qualidade do som não os deixou demonstrarem aquilo de que melhor fazem.



Albert Fish, um nome já consagrado do punk português, entraram em palco pouco tempo depois. Foi um bom concerto, que no entanto não conseguiu convencer todos os presentes, sendo que muitos aproveitaram esta hora para irem jantar. 



Depois foi a vez de os Dementia 13 subirem ao palco. A nova banda sensação do underground português, veio a Mangualde mostrar o que faz de melhor. Com o seu aclamado EP “Tales For The Carnivorous” na bagagem, deram um concerto que convenceu quase na unanimidade todos os presentes. O público foi também muito participativo, tendo havido muita agitação entre  os presentes.


Os nacionais Switchtense eram uma das principais atracções do cartaz desta edição. Com o tempo da sua actuação ligeiramente limitado devido aos atrasos que houve ao longo do dia, entraram em palco a “matar”. Houve caos na plateia do inicio ao fim, com mosh, stage diving e membros do público a partilharem o microfone. A setlist não foi muito diferente do habitual, e contou com as músicas mais conhecidas destes gigantes do metal nacional. Quando terminaram a sua actuação deixaram o público a gritar por mais, não tendo havido mais tempo para tal, pois o tempo estava apertado. Este foi, definitivamente, um dos melhores concertos desta edição do Mangualde.



Seguiu-se o concerto dos míticos Pagan Altar. A banda britânica conta já com 35 anos de existência, algo que não os impediu de dar um grande espectáculo. Apesar da evidente idade avançada do vocalista do grupo, a sua presença em palco foi do outro mundo. Este grande senhor demonstrou-nos que aquilo que importa é o espírito, não a idade. Foi um concerto muito intenso, e com o típico ambiente do doom tradicional, no qual a banda tocou alguns dos seus temas mais famosos, como “Pagan Altar”, “Judgement of Dead”, “Sentinels of Hate” e “The Aftermath”, entre outros...


Lacrimas Profundere, a banda alemã de gothic metal, veio a Mangualde apresentar o seu mais recente álbum, “Antiadore”. Este seria provavelmente um dos concertos mais esperados da noite, no entanto, a actuação destes ficou aquém das expectativas. Com uma setlist composta apenas com temas do “Ave End” e posteriores álbuns, um vocalista com uma fraca presença em palco e o som com uma qualidade duvidosa, o concerto desiludiu, especialmente para todos aqueles que conhecem o trabalho da banda desde o início. Foram tocados temas como: “Dead To Me”; “Be Mine”; “Antiadore”; “The Occasion of Sin”; “Again it’s Over”; “Dear Amy”; “My Mescaline”; “My Release in Pain”; “Ave End” e “A Sigh”.



No entanto, a maior enchente da noite pertenceu aos Convulse. A banda finlandesa de Death Metal veio re-aquecer os ânimos na plateia. Depois de um hiato de quase 20 anos, os Convulse voltaram a carga no ano passado com um novo álbum de originais, “Evil Prevails”, que vieram apresentar ao público português, naquele que foi um concerto repleto de energia. Uma vez mais, o caos instalou-se no meio dos presentes, com mosh e stage diving do início ao fim. Com uma setlist variada que abrangeu todos os trabalhos da carreira da banda, incluindo alguns clássicos como “World Without God”, “Ressucitation of Evilness” ou “False Religion”. 



Por fim, já a altas horas da madrugada, os grandes Mata-Ratos subiram ao palco para terminar a noite em festa. Enquanto que parte dos presentes foram aproveitando o final do concerto anterior para se retirarem, os restantes fizeram a maior festa da noite. Foi um concerto cheio de loucura, em que houve invasões do palco por parte do público durante todo o tempo de actuação do grupo. De referir que não faltaram os clássicos do punk português, como “C.C.M.”, “És um homem ou és um rato”, “Xu-Pa-Ki” e “A Minha Sogra é um boi”.



Texto por Rita Limede
Fotografias por Júlio Martin
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Agradecimentos: Rocha Produções