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Depois de duas demos e um EP, esta banda norte-americana chega ao primeiro longa duração catorze anos após a sua formação. "Signals" é uma intro baseada em teclados que antecede "Symphony In Black", o primeiro dos oito épicos aqui contidos e que poderá ajudar a formar a opinião do ouvinte de forma perigosa - uma intro e sete temas, todos acima dos seis minutos poderá fazer soar os alarmes de aborrecimento de outrora, aquele tempo em que se fazia power metal pretensiosamente progressivo e que não eram mais do que ideais remédios contra as insónias. No entanto, "Symphony In Black" demonstra ter poder o suficiente para nos manter interessados e com um refrão cativante. Trabalho instrumental muito interessante (embora os teclados pareçam estar um pouco a mais) e a voz a enquadrar-se perfeitamente.

O que parece interessante é que em termos de influências, este álbum parece mais resultado de uma banda francesa ou italiana do que propriamente norte-americana. Com a técnica bem apurada, aliada à capacidade de criar bons refrões e linhas melódicas vocais interessantes, parecem estar criadas as condições essenciais para se ter uma excelente banda. Há, todavia, um pormenor que os puxa para trás. O uso dos teclados. Dando-se o desconto da já citada intro, conforme o álbum avança, conforme os teclados vão aparecendo, mais se convencido fica de que não eram necessários, chegando a ser inclusive irritantes em faixas como "Undying Wings" e "Forever Young". Se se focar atenção nos restantes instrumentos, tudo passa, mas os teclados são mesmo o ponto fraco.

Qualidade de composição acima da média, boa habilidade técnica principalmente nas guitarras, voz (estas duas a cargo de Jake Becker, inclusive com direito a guturais na "Aria Of Waters") e no baixo, este "Outsiders" é uma boa surpresa e um bom álbum de estreia para uma banda que tanto consegue ser técnica como melódica, sem esquecendo o que mais importa, fazer boas e verdadeiras canções. Infelizmente, o álbum não nos chegou completo, já que a nona música, "Worlds Of Music", um épico de vinte minutos, não está incluído no pacote promocional. Não seria uma faixa, mesmo de vinte minutos, que mudaria o veredicto dato a esta estreia dos Skyliner, mas podia realmente trazer alguns pormenores de teclado interessantes que o resto do álbum não trouxe. De qualquer forma, boa estreia e boa surpresa.


Nota: 7.6/10

(Edit: A referida última música, "Worlds Of Conflict" não foi enviada devido a um problema com o promocional, questão resolvida com o posterior envio da mesma faixa para análise. É uma boa faixa, intricada e complexa e sem dúvida, a melhor do álbum, não anulando as limitações referidas na crítica. Os nossos agradecimentos à Limb Music)


Review por Fernando Ferreira