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Se esta não é uma das melhoras bandas espanholas de sempre, deve andar par a par com as melhores. Este “Mantiis” já tem dois anos, sendo que quando foi lançado em 2012 pela própria banda, numa edição limitada de quinhentas unidades, esgotou rapidamente, praticamente evaporando-se. A banda tem estado activa em cima dos palcos (como pudemos constatar no final do mês passado quando abriram para Sólstafir) e reconhecendo o seu valor, a Season Of Mist, reedita este trabalho colocando-o disponível para todos aqueles que não conseguiram agarrar essa primeira edição de autor. O trabalho é composto por uma única faixa, dividida em catorze partes (que no leitor de cd funcionam como faixas).

É um trabalho difícil de categorizar embora seja claramente progressivo, seja claramente metal, seja claramente metal. É nessa dificuldade que reside o brilhantismo deste trabalho e da banda, essa incapacidade de qualificação que se tem um dos grandes indicativos de que este trabalho é daqueles que vão ficar na história. Contornando facilmente o problema que surge a muitas boas bandas que tentam colocar tudo no mesmo saco e acabam por se espalharem ao comprido, revelando não tendo maturidade e/ou capacidade para atingir de forma satisfatória tal tarefa. Neste caso, é exactamente o contrário que acontece. Tudo flui, nada é forçado. De faixa para faixa, de capítulo para capítulo, todas as nuances, todas as mudanças, todas as transições fazem sentido, tudo faz sentido, seja nos momentos mais calmos (como o início sequencial com “Not Yet Five” e “Oncoming Dark”) como nos mais agrestes (assim como na que se segue, “ Through The Glass” e “Cinnamon Glass”, um dos momentos mais intensos do disco e uma faixa que já se revelou obrigatória ao vivo).

Mas estar a salientar este ou aquele momento é como retalhar uma bela peça de arte que deve ser apreciada no seu todo, embora as peças em separado funcionem muito bem – quem já teve a felicidade de os ver ao vivo já comprovou que as músicas mesmo com a ordem alterado encaixam e fluem igualmente bem. Ou seja, dê por onde der, em separado ou em conjunto, a música contida em “Mantiis” é superior. Este é um trabalho maior no espectro do metal experimental ou progressivo (reforçando mais uma vez que não vale a pena especificar muito correndo o risco de ser injusto ou impreciso) e que é aconselhável a todos que gostam de música desafiante. Correcção, é obrigatório.


Nota: 9.5/10

Review por Fernando Ferreira