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Os Keep of Kalessin são um trio norueguês que lançou recentemente o novo álbum, “Epistemology”. Após a controvérsia por causa da saída do antigo vocalista, a banda volta em força com Arnt Obsidian a assumir a voz e guitarra. A Metal Imperium conversou com Obsidian sobre os últimos acontecimentos no campo deste trio.


M.I. – Em 2013, o EP “Introspection” ofereceu um cheirinho do som da banda como trio. O que mudou na dinâmica da banda? Porque optaste por um EP em vez de um álbum completo?

Queríamos lançar algo enquanto se aguardava pelo lançamento do álbum e lançamos o EP, até é mais um single na verdade. Tínhamos outras faixas que gostaríamos de lançar juntamente com o single, faixas que normalmente não entram nos álbuuns.


M.I. – Qual é o actual line-up? Ainda sois um trio?

Sim e parece que continuaremos a sê-lo enquanto as coisas correrem bem entre nós.


M.I. – Há um interregno de 5 anos entre o último e o novo álbum. O que aconteceu?

Temos estado ocupados e focados na banda. Gerir uma banda destas exige muito trabalho e eu tenho estado em constantes tournées nos últimos 10 anos, primeiro com os Satyricon e depois com os Keep of Kalessin. Era necessária uma pausa e organizar a vida que não é só necessariamente baseada na música.


M.I. – O que se pode esperar de “Epistemology”?

Um grande álbum de Epic Extreme Metal. Tocamos música de qualidade e pegamos no melhor do heavy metal, power metal, thrash, death e black metal para conseguirmos chegar a todos os interessados nestes géneros.


M.I. – Epistemologia é o ramo da filosofia que lida com a natureza do conhecimento. O que pode aprender-se ao ouvir o álbum?

Pode-se aprender a explorar e a alargar os horizontes.


M.I. – O álbum contém 10 faixas… que tópicos são abordados?

Muitos dos temas giram em torno da ciência e filosofia. O álbum tem um sentimento cósmico e abordam-se temas como filosofia introspectiva e compreensão universal.


M.I. – O guitarrista Arnt Gronbech agora também canta. Como foi a adaptação aos dois papéis? Como é que as coisas funcionarão ao vivo? Afinal, focas-te na guitarra ou na voz?

Demorei algum tempo a aprender a cantar e tocar em simultâneo mas o pior já passou. Já fizemos espectáculos ao vivo e funcionou muito bem. Percebe-se que a audiência gosta mais dos concertos agora!


M.I. – A capa é resultado de um concurso em que centenas de designers tentaram fazer a capa ideal para “Epistemology”. Quão difícil/fácil foi escolher o vencedor?

Decidimos fazer uma aplicação para Facebook para o concurso da capa onde os designers postavam o seu trabalho e a comunidade votava nos designers que mais lhes agradava.  A resposta foi massiva e ficamos admirados com a quantidade e qualidade dos trabalhos submetidos. A banda depois escolheu o vencedor de entre o top 3 votado pelos fãs. A decisão foi relativamente fácil porque sentimos que o único trabalho que realmente capturava o sentimento do álbum era o do Jean Michel portanto eu sabia que ele ganharia desde que conseguisse chegar ao top 3. E, felizmente para nós, ele chegou!


M.I. – O artista brasileiro Jean Michel foi declarado vencedor. O anúncio do vencedor provocou reacções negativas por parte dos outros designers? Recebeste algum tipo de ameaças?

Não.


M.I. – A edição limitada do digipack tem como faixas bónus "Anima Mundi" e "Novae Ruptis" e Attila Csihar participa numa delas… como aconteceu esta colaboração?

O Attila cantava nos KoK antes de se voltar a juntar aos Mayhem, por isso quando os Mayhem tocaram em Trondheim, eu tive a ideia de ter o Attila numa das faixas, uma espécie de doce para os fãs que nos acompanham há muito tempo. Falamos com ele nessa noite e depois enviamos-lhe os ficheiros e ele gravou as vozes. Ficou muito fixe mesmo!


M.I. – Vocês têm recebido críticas excelentes… é excitante ser assim recebido, principalmente após uma pausa de 5 anos?

Claro que é bom ver que há pessoal que gosta do nosso álbum. É um bom álbum que merece atenção!


M.I. - Há alguns dias fizeste os concertos de lançamento no John Dee (13 fevereiro) e Byscenen (14 fevereiro) com Myrkskog, Vredehammer e The Hate Colony… preparaste algo especial para essses concertos?

Fizemos estes dois concertos de lançamento na Noruega e no show de Trondheim tivemos um pequeno ajuntamento de amigos e familiares antes do concerto, e até servimos sushi!


M.I. – O facto da primeira festa de lançamento ocorrer numa sexta feira 13 é coincidência ou foi escolhida propositadamente?

É basicamente uma coincidência já que não somos pessoas supersticiosas.


M.I. – A festa do dia 14 coincidiu com o Dia de S. Valentim… o é que as vossas namoradas/mulheres acharam de estarem ocupados nesses dia?

Esse dia não é mais especial do que o dia 13.


M.I. – Há uma espécie de petição para os Keep of Kalessin irem à América do Sul. O novo álbum não é motivo suficiente?

Claro que gostaríamos de ir mas isso envolve promotores e venda de bilhetes e se o promotor não consegue vender os bilhetes por a banda não ser suficientemente grande naquele território, será muito difícil a banda ir lá tocar mesmo tendo um novo álbum. Portanto todos nos devem informar ou informar os promotores que há um mercado interessado em ver-nos!


M.I. – Os KoK tocarão no Blastfest e irão fazer uma tournée com os Melechesh… onde? Na Europa? Portugal está nos vossos planos?

Ainda não recebemos o roteiro mas estará disponível na nossa página do facebook mal esteja pronto!


M.I. – Neste ano comemoram 20 anos de carreira e tem sido noticiado que a banda planeia algo em grande. Podes partilhar alguns detalhes connnosco?

Ainda não, mas esperamos mesmo festejar esse aniversário de um modo especial.


M.I. – Durante a época natalícia, os KoK tentaram convencer os fãs a adquirir cheques-prenda que poderiam ser gastos em mercadoria da banda… como surgem ideias como esta?

É o meu cérebro tonto que se lembra destas coisas.


M.I. – Deixa uma mensagem final aos leitores da Metal Imperium e aos teus fãs.

Obrigado por apoiarem a banda. Sigam-nos no facebook e ouçam o novo álbum! Cheers!


Entrevista por Sónia Fonseca