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Tocar Doom é uma arte e dentro desse conceito há quem o saiba fazer e quem se fique só pela tentativa. Os Pombagira já o demonstraram, de forma competente e eficaz, no passado e vai daí terem o reconhecimento por parte da imprensa especializada e uma legião de fans considerável por todo o mundo. Regressados aos originais, neste presente ano, estes Ingleses propõem-nos agora um disco duplo no formato deste “Flesh Throne Press”, isto traduzido em palavras dá-nos 13 temas e 86 minutos de música. Sem dúvida, esta obra é uma obra já por si só!

Enquanto feito, esta nova proposta não é fácil de avaliar, os Pombagira são conhecidos pelas suas incursões alquímicas e halucinogénicas pelo que esta caracterítica em muito contribui para a implementação de um estado de transe auditivo, pois as passagens musicais acabam por incorporar o efeito de um mantra com tudo de bom e de mais aborrecido que o mesmo pode transparecer. Aliado a tudo isto, ainda se junta o hipnotismo do cunho do Rock/Stoner, cujo efeito também não ajuda ao levantamento das pestanas. A vantagem desta nova proposta é o facto de se estar presente de um conjunto de músicas que tornam este “Flesh Throne Press”um álbum mais personalizado, há aqui um pouco de tudo para todos os gostos, o ambiente apesar de distorcido é orgânico, melódico, soturno e acústico.

Esta alternancia de estados de espírito musicais não é totalmente convincente porque ajuda à dispersão da música dos Pombagira, porém também podem alegar que os Pombagira têm muitas ideias, mas há que não esquecer que nesta, quase, hora e meia de som muita coisa se consegue fazer, como tal, estou convencido que este disco, acima de tudo, representa uma trip consciente da banda para consumo da própria banda. Não obstante, creio que os mesmos terão deixado as portas abertas para todos pelo que agora, cabe a cada um de vocês decidir se querem embarcar com os Pombagira nesta jornada ou não. O convite está feito!

Nota: 6.5/10

Review por Pedro Pedra