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Dia 1 - 06-03-2015

Há já alguns anos que a Suricata Eventos é um dos grandes dinamizadores da música pesada na região alentejana, e há 4 que organiza o seu próprio festival, para além dos inúmeros concertos que marcaram na cidade de Évora. Com casa nova, esta quarta edição do Évora Metal Fest contou pela primeira vez com dois dias de concertos, com 14 bandas nacionais de alto calibre.

A abrir a primeira noite, relativamente perto de casa, os Shoryuken de Beja vieram apresentar o seu Death/Grind com algumas bailarinas ousadas à mistura. Recentemente formados, este quarteto alentejano mostrou-se bastante descontraído e arrancou bastantes aplausos de uma casa a meio gás, com um alinhamento relativamente curto mas bom indicador para o futuro deste recente projecto.

De seguida, com uma sala mais composta para os receber, os Diabolical Mental State vieram de Lisboa para despejar o seu Groove Metal com a habitual coesão de notar. Com o EP Basic Social Control na bagagem, arrancaram as primeiras movimentações da noite, apresentando todos os temas do referido lançamento com um tremendo à vontade em palco. 

E para colmatar a falta de comparência dos Midnight Priest, e acabando por alterar um pouco o alinhamento do festival, os We Are The Damned envenenaram todos os presentes com a sua descarga sonora que junta elementos de crust, grind, metal e hardcore, com uma grande dose de ódio à mistura. Com o recente Doomvirate na calha, houve tempo ainda para alguns temas do anterior Holy Beast, num concerto que pecou apenas na pouca interacção entre Ricardo Correia e o público.

A fechar a primeira noite, os Karseron, banda local com mais de 2 décadas de existência, não surpreenderam com o seu Death Metal com vincadas influências nórdicas. Recorrendo a uma pista programada de bateria, a prestação foi bastante competente em termos técnicos, mas as composições pouco criativas e o pouco à vontade em palco foram levando os presentes a dispersar, para recarregar energias para o longo dia que se avizinhava.


Dia 2 - 07-03-2015

E para abrir a segunda ronda, com o sol e calor alentejanos a darem as boas-vindas, o quarteto alentejano 13After começou as hostilidades com o seu Thrash Metal pouco inspirado, seguidos de outra banda da casa, com uma sonoridade mais moderna, a roçar o Metalcore, os eborenses Omega Sins que apesar de uma performance mais competente, acabaram por não impressionar.

A subir consideravelmente a parada, os recém-formados Analepsy não pouparam ninguém com o seu Brutal Death Metal moderno. Já com data prevista para o lançamento do EP de estreia, os lisboetas tiveram uma prestação extremamente coesa e, em pouco mais de meia hora, fizeram estragos nos ouvidos de todos os presentes.

Também de Lisboa, os PUSH regressam agora à cidade depois da actuação na primeira edição do festival, ainda como PxHxT, novamente a contrastar um pouco com as outras sonoridades, mas a mostrar mais uma vez que só existem barreiras se cada um de nós assim o quiser. Prejudicados por uma falha técnica a meio do alinhamento, conseguiram na mesma mexer com a plateia, mostrando algumas faixas que vão constar no próximo lançamento da banda.

Antes da pausa para jantar houve ainda tempo para os Goatfukk, metal punk com caras conhecidas em cima do palco, com a habitual cover de Exploited, que agradou visivelmente à grande maioria dos presentes.

A recomeçar após a pausa, os lisboetas Borderlands são mais uma prova da habitual variedade dos alinhamentos do Évora Metal Fest. Com novo vocalista, encontram-se também a pre
parar um futuro lançamento, e nesta noite sofreram de alguns problemas técnicos que acabaram por prejudicar bastante a performance da banda.

Quem tem marcado presença em inúmeros cartazes e parece estar num excelente caminho são os Above The Hate, com o seu Hardcore moderno e pesado, fizeram abanar o recinto da Arena D'Évora com as malhas do mais recente Living Under The Sludge, assim como do EP We Are, havendo ainda tempo para um regresso ao primeiro lançamento da banda.

Mudando a toada da festa, foi tempo dos Uaninauei subirem ao palco. Uma das mais reconhecidas bandas eborenses, era talvez a mais deslocada de todo o cartaz, marcados pela sua sonoridade Rock original. Com cerca de 7 anos de estrada, contam com dois álbuns de estúdio e um EP, todos representados no alinhamento da banda que, apesar das disparidades, agradou aos presentes com um concerto profissional e coeso.

O mesmo já não se pode dizer dos seguintes, já uma instituição do Black Metal nacional, os Corpus Christii. Com quase 2 décadas de existência e mais de 1 dezena de lançamentos, são banda que não passa despercebida a nenhuma pessoa que entre em contacto com o panorama extremo nacional, no entanto nesta noite não foi pelas melhores razões. Com um alinhamento encurtado, tripés e garrafas arremessadas, e outros momentos dignos de horário nobre de televisão aberta. Certamente que quem se deslocou para ver a banda não saiu agradado.

Mas um caso não são casos, e antes do final desta 4ª edição do Évora Metal Fest tivemos o prazer de assistir a uma descarga de peso dos WAKO, marcados pela habitual coesão e profissionalismo, a estrear o novo baterista que trouxe com a banda uma dinâmica e pujança completamente diferentes, mostrando-se agora mais fortes que nunca. Contam já também com quase 15 anos de estrada e dois lançamentos de estúdio, Deconstructive Essence e The Road of Awareness, de 2007 e 2011, respectivamente.


(mais fotografias em breve!)

Texto por Afonso Veiga
Fotografia por Ana Júlia Sanches
Agradecimentos: Suricata Eventos