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A segunda parte do regresso dos finlandeses Ensiferum ao nosso país, desta vez como banda headliner, teve lugar no passado dia 20 de Outubro, no Hard Club, Porto.

O inicio da noite ficou a cargo do nacionais Cruz de Ferro, que foram convidados pelos Ensiferum para abrir as duas datas no nosso país. Foi um começo um tanto morno, no qual o grupo não conseguiu captar a atenção dos presentes com o seu “heavy metal cantado orgulhosamente em português”. No entanto, estes não desanimaram e deram o seu melhor, e em jeito de grito de guerra e de homenagem à história do nosso país, mostrando sempre um grande orgulho na sua mensagem e música. Estes focaram-se maioritariamente na apresentação de alguns temas do seu álbum de estreia, que deverá ser lançado em breve, “Morreremos de Pé”, mas sem esquecer temas mais antigos.

Os primeiros acordes de “March Of War” anunciaram a entrada em palco dos Ensiferum, como em jeito de chamamento para uma batalha épica musical, à qual o público respondeu com entusiasmo. Logo desde ínicio fez-se notar a ausência dos teclados no som da banda, e embora tenham colocado a talentosa Netta Skog no acordeão para substituir, ficou sempre aquela sensação que faltava ali um certo toque especial. Não obstante disso, o espectáculo continuou sempre num clima de grande festa, e banda apresentou alguns temas de “One Man Army”, o seu mais recente registo de originais, lançado em Fevereiro deste ano. O primeiro momento de ovação chegou quando soaram as primeiras notas de “From Afar”, uma das músicas mais acarinhadas e conhecidas da banda, rapidamente um enorme “moshpit” foi aberto transformando a plateia numa autêntica batalha campal, algo que se estendeu pelas músicas seguintes.”. O arrepio na espinha chegou com “Lai Lai Hei”, um autêntico cântico de homenagem às origens de um passado nórdico do grupo, que ecoou na sala inteira.


A boa disposição continuou a reinar, e ainda houve tempo para um momento mais humorístico antes do encore, com a cover de “Bamboleo” dos Gipsy Kings. Com sombreros para dar um toque mais visual, a banda colocou os presentes a dançar e a bater palmas ao som da música, deixando o pessoal a chamar por mais. Depois de um breve encore em que toda a sala ficou a chamar pela banda, estes regressaram ao palco para tocar as músicas já clássicas “In My Sword I Trust”, “Twilight Tavern” e “Iron” que fechou a noite com chave de ouro. Foi mais uma boa prestação da banda de folk finlandesa Ensiferum, uma das mais conhecidas e versáteis do género, cuja actuação encheu as medidas da grande maioria dos presentes.


Texto por Rita Limede
Fotografia por Emanuel Ferreira
Agradecimentos: Prime Artists