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Mas que grande banda. E que grande álbum! Boa noite, meus senhores e minhas senhoras, esta foi a crítica de Solar Storm” dos Rendezvous Point.

Poderia ser assim. Por vezes passa-nos pelas mãos trabalhos que não nos apetece perder tempo a explicar os outros porquê de serem essenciais, quando tal nos parece tão óbvio. É neste momento em que pensamos coisas do género como aquela que foi citada atrás que caímos na realidade e nos apercebemos que o que nos parece óbvio não será obrigatoriamente para a pessoa ao nosso lado. E assim vamos mergulhar, todos juntos, no mundo dos Rendezvous Point. Na sua essência, esta banda norueguesa é progressiva. Se é metal ou rock, isso já fica de acordo com a sensibilidade e gosto de cada um. Também não interessa muito.

O que interessa é salientar que este álbum de estreia é um trabalho de qualidade superior, com um som que tem tanto de poderoso como de sensível. O equilíbrio perfeito para quem gosta do elemento progressivo, mas também aprecia que a distorção tenha a palavra a dizer. No entanto, é na voz de Geirmund Hansen que os Rendezvous Point têm o seu maior impacto e trunfo. Uma capacidade de transmitir emoções através da voz de uma forma extraordinária. Isto sem cair em exageros que é fácil por vezes se cair quando se tem talento óbvio e se toca neste género de música

Algures na internet é possível ver nomes como Muse, Fates Warning (fase mais recente) e Porcupine Tree como as influências mais óbvias e é impossível não concordar com tal afirmação, mas no entanto, a banda não soa descaradamente a ninguém. Tem uma identidade sólida – algo bastante raro de acontecer num primeiro álbum – e assume-se como uma das grandes bandas do género, se tudo correr como “Solar Storm” parece fazer crer. “The Hunger” consegue remontar aos três nomes mencionados atrás, acrescentar ainda uns toques de Pain Of Salvation e ainda assim soar totalmente fresca e nova. E esse é apenas um exemplo de uma música mas que espelha o sentimento que domina nestas sete músicas. Algo que soa totalmente refrescante, totalmente viciante mas ao mesmo tempo, com bases bem assentes numas das melhores referências do género que poderia haver. Obrigatório para os fãs de metal progressivo.


Nota: 9/10


Review por Fernando Ferreira