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Já aqui falei maravilhas dos benefícios de começar um álbum com uma intro instrumental de apenas guitarras, baixo e bateria. Pois bem, a façanha é que os Blëed fizeram foi de provar que esta não é a fórmula definitiva para se ter um bom tema, nem sequer um bom início para um álbum - ou para o que quer que seja. O tema-título deste álbum é a peça em questão e é uma intro totalmente desnecessária que simplesmente não tem razão de ser. Não é que seja má (quer dizer, não é boa, mas também não é a pior coisa que o heavy metal já viu nos últimos anos) apenas é sintomática do que podemos encontrar aqui.

Se uma intro é o cartão de visita de um álbum, então este é um cartão de visita preguiçoso, inacabado que parece que foi feito por alguém que não tinha paciência ou vontade de apresentar algo mais consistente. Como disse atrás, é um pouco sintomático daquilo que podemos encontrar aqui. Felizmente não temos ideias inacabadas mas temos uma aparente crónica falta de capacidade de nos manterem interessados durante os quarenta minutos que dura o trabalho. As músicas parecem todas iguais e não fossem alguns solos (como o da "Committed", que é muito bom mesmo), seria difícil para o ouvinte perceber que música se está a ouvir.

A voz de Robert Kreed também não ajuda a que exista dinâmica nas dez faixas apresentadas, não contando com a já mencionada intro. Uma mistura de Gary Meskil dos Pro-Pain com menos potência e carisma e Oderus Urungus, falecido frontman dos Gwar, mais amigável e menos ameaçador. Convenhamos, quando temos no press release de que se trata de um trabalho indicado para quem gosta de Coal Chamber, Static-X, Amon Amarth e Slayer, temos logo a indicação de que não se esperar grande coisa e realmente grande coisa é aquilo que não se tem. Demasiado genérico, demasiado pobre de ideias, este é um trabalho a evitar.


Nota: 3/10

Review por Fernando Ferreira