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Thraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaash!! E do bom. Daquele que começa com intro instrumental (guitarradas, baixo e bateria a bombar) em grande estilo. Este álbum foi lançado no ano passado de forma independente pela banda australiana e é recuperado este ano pela sempre atenta às movimentações thrash, a Punishment 18 Records. Para quem está farto do thrash metal retro, assente na fórmula da violência e brutalidade, "Evil Unseen" vai soar como uma lufada de ar fresco. Com um toque melódico que faz toda a diferença, estes doze temas são um mimo.

A primeira coisa a reconhecer é o timbre de do guitarrista/vocalista Mav. O homem canta como se não houvesse amanhã. Uma voz limpa, melódica mas ainda assim totalmente metal. Imaginemos os momentos mais melódicos de um Joey Belladonna dos Anthrax, juntando uns tiques de Charly Steinhauer dos Paradox na entoação e de Matt Heafy na potência. Uma combinação vencedora, não é? E o que dizer do trabalho instrumental? Uma bateria certeira embora não seja propriamente exuberante, tal como a estrutura da casa. Não a vemos, mas sentimos que a fortaleza está bem segura, tal como o baixo. As guitarras brilham sobretudo nos leads e nos solos, embora a qualidade dos riffs também seja acima da média.

Claro que isto tudo não serviria de nada se não houvessem músicas que fossem capazes de fazer a diferença e temos aqui um álbum onde não existe um único tema fraco. Do início ao fim, este é um álbum de todos os que apreciam a fusão entre o thrash e o heavy metal não terão nenhum defeito a apontar. Tendo em conta que se trata do primeiro trabalho da banda, é de se ficar em sentido e anotar o nome da banda para acompanhamento futuro. Potência, melodia, groove, tudo nas medidas certas, tudo na proporção ideal - e ainda por cima com uma faixa instrumental como "Spirit Machine"... É por estas e por outras que o pessoal que gosta do género, quando ouve álbuns assim, tem que gritar "Thraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaash!"

Grande álbum!


Nota: 9/10

Review por Fernando Ferreira