• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Reviews Mais Recentes

Symphony X - Underworld




Riverside - Love Fear And The Time Machine




Amorphis - Under The Red Cloud





Flayed - Monster Man




Ivanhoe - 7 Days




Elferya - Eden's Fall




Spektr - The Art To Disappear




Rab - Rab 2




Exumer - The Raging Tides




Tales Of The Tomb - Volume One Morprhas




Dimino - Old Habits Die Hard




Roxxcalibur - Gems Of The NWOBHM





The Fifth Alliance - Death Poems




Augrimmer - Moth And The Moon




The Great Tyrant - The Trouble With Being Born




Weeping Silence - Opus IV - Oblivion




Watercolour Ghosts - Watercolour Ghosts




Hexx - Under The Spell/ No Escape




Deseized - A Thousand Forms Of Action




Razor Rape - Orgy In Guts




Sadist - Hyaena




Xandria - Fire & Ashes




Alien Syndrome 777 - Outer




Asylum Pyre - Spirited Away




Canyon Of The Skell - Canyon Of The Skull




Chron Goblin - Blackwater




Extreme Cold Winter - Paradise Ends Here

Metal Imperium - Merchandise

.
Para encomendar, enviar email para: metalimperium@gmail.com

Concertos em Destaque

Visitantes

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



















Robb Flynn (Machine Head) acusa comunidade do rock e metal de demonizar o streaming

Robb Flynn, dos lendários Machine Head, é conhecido por ser uma voz bastante activa nas redes sociais. Desta feita, e através do Facebook, (...)

WoodRock Festival - Detalhes e vídeo promocional revelados

A quarta edição do WoodRock Festival vai ter lugar nos dias 22 e 23 de Julho na Praia de Quiaios, Figueira da Foz. Este ano conta com as actuações dos grupos Plus Ultra, Switchtense, El Paramo, (...)

Metallica lança (alegadamente) o seu próximo álbum no dia 14 de Outubro

Um dos maiores jornais diários alemão, Bild, afirmou na sua última edição que o próximo álbum dos Metallica, o décimo da sua história e o primeiro desde "Death Magnetic", lançado em 2008 (...)

Sabaton e Accept em Portugal

Os suecos Sabaton regressam a Portugal a 20 de Janeiro de 2017, no Coliseu do Porto, trazendo consigo o seu novo álbum, "The Last Stand". Os alemães Accept são os convidados que darão suporte ao evento. (...)

VOA Fest - Revelados horários dos concertos e mapa do recinto

Como é sabido, o VOA Fest ocorre nos (já próximos) dias 5 e 6 de Agosto, na Quinta da Marialva, em Corroios. Já são conhecidos os horários de cada concerto,(...)


Se há um nome clássico do death metal progressivo italiano, esse nome é obrigatoriamente Sadist. Com o início de carreira a remontar aos primórdios da década de noventa, a banda nunca conseguiu romper completamente do underground, graças também a alguma irregularidade discográfica (quer em termos de regularidade quer em termos de, sobretudo qualidade), embora os seus primeiros trabalhos ainda continuem a ser vistos como importantes obras dentro daquilo que se entrende como death metal progressivo. Nesse aspecto, este "Hyaena" é uma espécie de voltar à forma. Espécie.

Nem tudo é efectivo em "Hyaena", embora exista aqui aquele piscar de olhos ao espírito dos primeiros álbuns, no entanto, se no início da carreira da banda italiana, havia um bravo novo mundo a descobrir, aqui, este piscar de olhos, assume-se como tudo menos inocente. Ou seja, banda faz algo bom, tenta progredir abandonando parte daquilo que os caracteriza em detrimento de alguma moda passageira, faz um ou mais álbuns onde criativamente as coisas não correm bem e depois tenta arrepiar caminho voltando ao início de tudo. Nada de errado que isso, já o vimos antes muitas vezes e mais vale tarde que nunca.

Apesar de serem válidos, os álbuns de regresso colocam sempre uma questão: têm de ser de arromba. Caso não o sejam, fica-se sempre com a ideia de que a banda está a tentar recuperar alguma glória perdida. E é esse sentimento que fica por vezes. Claro que para quem tem saudades de Death, Cynic (do primeiro álbum) e até Atheist, pode encontrar aqui muitas razões para paixão à primeira vista e não será desajustado mas para quem espera mais do que isso, talvez saiba a pouco. O conceito sobre o animal que dá nome ao álbum é surpreendentemente rico, pelo menos o suficiente, para que este trabalho se aguente durante quarenta e seis minutos com riffs intrincados, o belo do baixo fretless, teclados que estão muito presentes tanto na composição e estrutura das músicas, como na mistura, e uma voz que faz lembrar Chuck Schuldiner no seu melhor.

Para quem gosta de death metal progressivo e técnico tem aqui entretem para umas boas temporadas, definitivamente, embora pareça ser um passo mais pensado do que propriamente sentido. O resultado é mais que positivo, todavia.


Nota: 7.5/10

Review por Fernando Ferreira