• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Reviews Mais Recentes


Vita Imana - El M4l


Overkill - The Grinding Wheel


Time Lurker - Time Lurker


Warbringer - Woe to the Vanquished



Akercocke - Renaissance in Extremis


Neige et Noirceur - Verglapolis


Process Of Guilt - Black Earth


Dephosphorus - Impossible Orbits


Samsara Blues Experiment - One With the Universe


Æther Realm - Tarot


Psygnosis - Neptune


Schammasch - The Maldoror Chants: Hermaphrodite


Altar of Betelgeuze - Among The Ruins


Nargaroth - Era of Threnody


Condor - Unstoppable Power


Holy Blood - Glory to the Heroes


The Flight of Sleipnir - Skadi


The Obsessed - Sacred


Necroblood - Collapse of the Human Race


Full of Hell - Trumpeting Ecstasy


Funeralium - Of Throes And Blight


Nightbringer - Terra Damnata


The Sarcophagus - Beyond This World's Illusion


Chaos Synopsis - Gods of Chaos


Farsot - Fail.Lure


Unearthly Trance - Stalking the Ghost


Daemon Forest - Dissonant Walk


The Ruins of Beverast - Exuvia


Novembers Doom - Hamartia


Funeral Tears - Beyond The Horizon



Summoner - Beyond the Realm of Light

Metal Imperium - Merchandise

.
Para encomendar, enviar email para: metalimperium@gmail.com

Concertos em Destaque

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



































Queens of the Stone Age confirmados no NOS Alive'18

Os Queens of the Stone Age foram confirmados para a próxima edição do NOS Alive, que vai ocorrer entre os dias 12 e 14 de Julho de 2018(...)

Under The Doom V anuncia um cancelamento e respetiva substituição

O cartaz do Under The Doom V, que vai ocorrer entre os dias 30 de Novembro e 2 de Novembro, acaba de sofrer uma ligeira alteração. Os franceses Funeraliumoi (...)

Corrosion Of Conformity lançam novo álbum em Janeiro

Os americanos Corrosion Of Conformity estão a preparar-se para lançar, a 12 de Janeiro, o seu novo álbum “No Cross No Crown”, pela Nuclear Blast Entertainment. (...)

SWR Barroselas Metalfest revela primeiras confirmações

O festival SWR Barroselas Metalfest anunciou hoje as primeiras confirmações para a edição do próximo ano. O evento, que vai ter lugar de 27 a 29 de Abril(...)

Graveyard em Portugal - Revelada banda de abertura

Como é sabido, os suecos Graveyard vão atuar na sala Lisboa Ao Vivo, já no próximo dia 25 de Novembro. Os portugueses(...)


Tal como o próprio nome indica, este “Opus IV – Oblivion” é o quarto álbum da banda de doom gótico Weeping Silence. Para quem está admirado por não os conhecer, talvez faça sentido o facto de serem de Malta. Cada vez mais, a boa música, chega-nos dos lugares mais inesperados e o facto dos Weeping Silence chegarem já ao quarto álbum é um excelente indicador disso mesmo. Andando no mundo do doom gótico e sinfónico, “Opus IV – Oblivion” não faz muito para se distanciar de caminhos anteriormente por bandas como After Forever e Epica, embora, verdade seja dita, a costela doom faz toda a diferença aqui, pelo menos o suficiente para que soe fresco. E chamemos-lhe costela porque não é o suficiente para que este seja considerado um trabalho de doom metal.

Categorias e rótulos aparte, o que há a salientar aqui é a qualidade geral deste trabalho que consegue recuperar algum do encanto perdido algures na década de noventa – época em que o estilo estava a desbravar caminhos, dos primeiros trabalhos de bandas como Theatre Of Tragedy, Within Temptation e After Forever. Nomes como os atrás indicados são incontornáveis quando se fala de um certo espírito doom gothic a puxar ao sinfónico com belas vozes femininas, mas não propriamente obrigatórios para que se consiga situar os Weeping Silence. Apesar dos lugares comuns que emprega a sua grande força está mesmo nas músicas em si.

Assim sendo, temas como “Eyes Of The Monolith” e “Stormbringer” conseguem deixar qualquer fã do género apanhadinho sem que para isso recorram à cópia descarada. O equilíbrio entre as duas vozes – o eterno jogo de bela e monstro – também só joga a favor dos temas já que faz com que exista um incremento da dinâmica. Tendo em conta de que se trata de um álbum com quase uma hora, a dinâmica é muito bem vinda porque de outra forma poderia ter-se aqui um trabalho algo maçudo. Não quer isto dizer que seja de fácil assimilação. Apesar da presença de algumas musicas com algum potencial comercial, como a melancólica balada movida a piano “Bury My Fairytale”, o peso e a densidade  inerentes ao estilo está bem presente. Para quem tinha saudades de um bom trabalho de doom/gothic metal sinfónico, tem aqui uma boa oportunidade de matar saudades.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira