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Death metal modernaço. Atenção, death metal modernaço mas sem vestígios de “cores”. Podemos parecer algo intolerantes mas cremos ser importante fazer esta distinção já que quando algo surge repetidas vezes, forma-se um padrão e depois de identificado poderá ajudar no futuro caso necessário seja fugir – isto no caso de ter havido uma intolerância crónica a esses mesmos padrões. Aqui os padrões são outros, o que não quer dizer que isso coloque “Neptune” entre as sete maravilhas do mundo. Temos peso, inegável esse facto, mas também temos uma forte componente electrónica que também poderá afastar os mais alérgicos a este tipo de coisa.

Não é a primeira vez que nos surgem propostas deste género. Bandas como Deathstar, Fear Factory, The Kovenant, todas elas diferentes entre si, apresentaram-nos formas diferentes de juntar a música extrema ao elemento electrónico. Aquilo que todas têm em comum, tais como os próprios Coraxo, é que a melodia é uma componente importante. Neste caso, a mesma surge sobretudo através dos arranjos de sintetizador onde faixas como “Tangier” têm tudo para agradar a outras facções menos avessas às sonoridades extremas. O que poderá colocar o velho problema do “nem é carne nem é peixe”. Quem gosta de sonoridades extremas não aprecia estas melodias de sintetizador dignas de pistas de dança e quem até aprecia as sonoridades electrónicas, não suporta a voz à la black metal de Tomi Toivonen, também guitarrista e responsável pela programação.

Ainda assim, para a minoria que aprecia os dois mundos, está aqui um trabalho interessante que poderá render umas boas audições, com uma dinâmica engraçada, isto para quem espera um som plastificado e pouco orgânico e repetitivo. Há definitivamente um padrão, mas existe espaço para que cada música respire por si só. Ouve-se bem mas também não consegue impressionar mais que isso. De qualquer forma é importante salientar que dentro do que se espera do género, cumpre na perfeição os requisitos.


Nota: 6.5/10

Review por Fernando Ferreira