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O sludge é uma besta temível. No entanto temos de ser sinceros… as definições de fronteiras entre o punk, o hardcore, o doom e aquilo que se entende por doom, são todas muito confusas pelo que vamos tentar ao máximo passar ao lado dessas questões estilísticas. Ficamos só pelo facto de que temos aqui vários gajos aos berros, as músicas são curtas e andam muito dentro do espírito punk/hardcore e a banda diz que toca metal do pântano. Mas daquele feio, porco e mau, embora a produção seja poderosa e límpida o suficiente para que se consiga perceber o que se está a ouvir. E assim já fica uma explicação confusa o suficiente para ficarmos com este ponto bem esclarecido.

Este é o quarto álbum que surge após cinco anos de silêncio e da perda de um dos membros do power trio - em 2014, o baixista e vocalista Jonathan Athon faleceu num acidente de moto. Como é de calcular, esse tipo de acontecimento é o suficiente para fazer acabar a carreira de todo e qualquer grupo e deixa uma expectativa para o futuro. Bem, o futuro está aí e “Pillars Of Ash” é real. Não há uma grande diferença entre aquilo que a banda fez no passado e o que é apresentado agora não se distancia muito do que já se conhece como identidade dos Black Tusk.

O espírito punk, hardcore e até crossover está bem presente, o que faz com que este trabalho seja de certa refrescante. Não por apresentar algo de novo mas principalmente por nos mostrar algo de clássico de uma forma perfeitamente que não é de toda convencional. Tirando o riff da “Bleed On Your Knees”, não se pode dizer que tenhamos aqui algum momento que seja verdadeiramente catchy ou memorável, embora seja um trabalho que se ouve muito bem repetidas vezes. Para quem acompanha a banda, este será um regresso que os fará felizes de certeza.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira