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Embora se veja um pouco por todo lado que os Dalkhu tocam black metal, o nosso espírito contraditório não deixa de ser provocado. “Descend Into Nothingness” é tão black metal como o primeiro álbum dos Darkthrone. Não é que não se reconheçam qualidades blasfemas ao trabalhos dos eslovacos, apenas por uma questão de rigor, não nos é possível reconhecer a pureza deste black metal quando temos tantos elementos de death metal no seu sangue, a começar na voz gutural e a acabar num certo virtuosismo das guitarras. Ok, ok, poderão pensar imediatamente em Dissection, mas até mesmo eles não podem negar o seu toque de death metal melódico. De qualquer forma, não é este factor que retira ou dá qualidade ao segundo álbum dos Dalkhu.

A primeira coisa a analisar, que é bastante óbvia, é a brutalidade de cada um destas faixas. Ela está omnipresente mas mesmo assim a mesma não torna este trabalho unidimensional já que existe muito espaço para outros elementos que enriquecem em muito esta proposta. De qualquer forma, “Pitch Black Cave” que abre as hostilidades do álbum não deixa margem para dúvidas, o death metal da banda é poderoso e vigoroso. A apetência para o pormenor melódico também fica logo a descoberto com as viciantes melodias debitadas pelo tremolo picking. Esse poder e vigor deve-se em grande parte à produção que mantem o som orgânico apesar de tudo.

Para quem procura algo mais que blastbeats, o preconceito poderá levar ao engano após uma audição menos cuidada, mas o certo é que há muito mais por aqui do que aquilo que faria supor com este trabalho, sendo que as guitarras lead são sem dúvida o ponto de maior interesse. A voz, por outro lado, acaba por ser um dos elementos mais castradores, já que não existe muita variação na mesma – até o Glenn Benton empresta mais dinâmica às suas linhas vocais do que aquilo que se verifica aqui – ainda assim, não é esse factor que torna este um álbum mau. Não é comum vermos bandas da Eslováquia mas quando surgir a próxima pelo menos já teremos o nome dos Dalkhu como referência.


Nota: 7.6/10

Review por Fernando Ferreira