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Os Klamm encaixam perfeitamente no estilo avant-garde (esse estilo que basicamente é usado quando não se faz a mínima ideia do que se está a ouvir), mesmo que usem instrumentos que por outras vezes estariam mais próximos do folk Juntando uma pitada de black metal, aqui e ali, temos a fórmula para algo que já vimos algumas vezes antes. Esse é um ponto que acompanha a audição do álbum do início ao fim, com a diferença que também existe uma certa costela mais experimental e progressiva. O facto de usarem coros também é um importante factor de distinção que faz a diferença no final..

Cantado inteiramente alemão – engraçado como uns anos atrás, esta opção era vista como um suicídio comercial e hoje em dia até se torna banal – “Ernte” é uma obra que não é de fácil assimilação. Há aqui uma certa aproximação com outros grupos de avant-garde que acaba por não lhes ser favorável. Conforme o álbum vai avançando vai-se tendo a sensação de que estes terrenos que os Klamm pisam já foram pisados antes por bandas como os Bethlehem, In The Woods e até Die Apokalyptischen Reiter, o que nos dá uma sensação de familiaridade que pode ser tanto favorável como desfavorável.

Neste caso é desfavorável na sua grande maioria das vezes. Quando se passa mais tempo a pensar onde é que já se ouviu esta ou aquela melodia, ou porque é que algo soa tão familiar, do que a apreciar a própria música, é por algo não está bem. Se pegarmos no tema título e em “Mahl”, o tema que se lhe segue a cadência sombria e soturna, quase depressiva, faz-nos pensar em Shinning e Bethlehem, com resultados satisfatórios. No entanto, como um todo, é um álbum que leva o seu tempo não só a entrar, como também (e sobretudo) a permanecer. Claustrofóbico e desagradavelmente intenso, onde até a linguagem em alemão ajuda a esse efeito (aquela “Rauch” arrepia nesse aspecto), “Ernte” é uma obra a conhecer por aqueles que estão abertos a este tipo de sonoridade. Todos os outros não passam do segundo tema, o épico de quinze minutos “Windsaat”.


Nota: 6.7/10

Review por Fernando Ferreira