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Thrash metal javardoso é algo que é muitíssimo bem apreciado nos últimos tempos – e por últimos tempos entendemos nos últimos quinze anos – pelo que este primeiro álbum dos norte-americanos Suppresive Fire vai chamar a atenção de muito boa gente. Muito boa gente do underground, claro está. Lançado de forma independente e em formato digital, “Bedlam” move-se pelos meandros do black/thrash metal seguindo as pisadas de uns Nifelheim ou Aura Noir sem ter tanto da sua força ou brilho. Ainda assim, temos matéria suficiente para alguns headbangs valentes.

Com o pé sempre no acelerador, não há grande espaço para respirar nesta estreia, pelo que ao fim de quarenta e cinco minutos é capaz de se ficar um pouco cansado de ouvir sempre o mesmo registo, embora existam alguns momentos que nos fiquem gravados como por exemplo a “The Hellwraith”, que tem uma melodia (sim, melodia) no riff principal que fica-se imediatamente colado ao ouvido. No entanto, e depois de chegar ao final de “Bedlam”, é como se um pano se nos tivesse sido passado pela mente, limpando tudo de bom que tenhamos amealhado na experiência auditiva.

É um álbum equilibrado cujo único problema é apresentar algo que já foi ouvido muitas vezes antes. Mesmo com alguns pormenores de classe – como alguns solos bem conseguidos, com o espírito roqueiro/metaleiro mais cru necessário (conferir a “Coup D’État e a “Thy Flesh Consumed”) – não deixa de ficar uma sensação de mais do mesmo. Sendo o primeiro álbum, não se perde a esperança de que a banda apresente algo fora do beco sem saída onde parece estar enfiada, embora não nos pareça que seja o caso provável de haver mutações muito fora do que se pode ouvir aqui.


Nota: 6/10

Review por Fernando Ferreira