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Este início de ano está a ser bem interessante. Além de estarmos a ver as propostas que ainda temos para analisar do ano passado, temos uma série de lançamentos que nos estão a surpreender. O segundo álbum de originais dos The Lion’s Daughter é um deles. Para já, sendo um nome muito pouco óbvio para uma banda que, apesar de muitos estilos engloba, tem uma forte faceta black metal. Seria coisa mais propícia para um lançamento qualquer da Frontiers. Mas não. Tal como o próprio título indica, a coisa é séria e estes norte-americanos estão zangados. Correcção, eles não estão zangados. Eles SÃO zangados.

Embora se tenha falado alia atrás do black metal, este não é um trabalho que se identifique como tal. Existem muitas mais componentes que entram ao barulho. Juntando à claustrofobia do estilo das artes negras, temos também um fedor intenso a sludge e a pós-metal, que não é mais do que uma tentativa frustrada de não dizer que os Neurosis são um dos nomes que surgem na cabeça caso ficassem ainda mais misantrópicos, apocalípticos e mais violentos na sua música. Os cépticos dirão imediatamente que não existe possibilidade de haver algo ou alguém mais misantrópico, apocalíptico e violento que os Neurosis, mas façam-nos a vontade.

Estes quarenta minutos soam a duas horas, que apesar de serem difíceis de passar, tornam-se viciantes. Como aquela coisa que sabemos que nos faz mal mas que nos dá um certo prazer – sim, sim, existe o termo masoquismo para definir este tipo de coisas, mas adiante. Este é um trabalho bastante uniforme mas é no tema título que encerra o álbum que temos o climax e que nos faz querer repetir toda a experiência novamente. Para quem não os conhecia, ficou bem apresentado com “Existance Is Horror”, tanto para criar ódios ou amores. Parece-nos que era esse mesmo o objectivo da banda.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira