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Supostamente os The Maledict, segundo o site Metal Archives, tocam death metal mas o início deste álbum de estreia  apontam numa outra direcção. Na verdade, os primeiros instantes de “Tenebrae” parecem mais dignos de uns Katatonia fundidos com os Antimatter. Os guturais lá surgem eventualmente mas a toada melancólica a puxar ao doom é omnipresente. Os australianos acabam por soar bem refrescantes, num estilo de música (death/doom) que já mostrou muita coisa, mas onde se volta sempre ao início da década de noventa e a bandas como Paradise Lost, My Dying Bride e Anathema como referências e é nesse ambiente que temos a expectativa de situar “Dread”.

“Fast Unto The Dead”, o segundo tema, chega para nos mostrar que afinal o pessoal do Metal Archives não anda de todo a dormir, já que o tema em questão, e apesar dos seus mais de sete minutos de duração, é um monumento death metal old school, da secção europeia. Mas como isto seria tudo muito chato se as coisas ficassem muito lineares, “Frozen” é mais um tema de sete minutos, onde a atmosfera vira novamente para o death/doom e é nesta altura em que dizemos, e o leitor/ouvinte na mesma situação dirá certamente o mesmo: “Que se lixe”.

Avaliando “Dread” como um todo, o álbum tem no seu maior trunfo o factor nostálgico que certamente só resultará para quem gostar do destino dessa viagem nostálgica. A inconstância da proposta, em que não nos permite definir muito bem que género pende mais a banda, um factor que acaba por ser secundário para a banda em si mas que faz com que o álbum seja como uma montanha-russa. No mau sentido. Ou seja, falta um fio condutor que torne o álbum, como um todo, mais forte do que aquilo que é devido à qualidade individual de cada uma das músicas. Qualidade essa inegável.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira