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Os Absolutus já nos habituaram aos títulos quilométricos em latim mas à sua proposta muito própria de black metal ainda não estamos propriamente habituados. Com uma intro algo longa demais na forma de "Abyssus Abyssum Invocat" mas que nos deixa completamente no mood para a negritude que aí vem, os belgas dão as boas vindas ao inferno mas é com "Sunt Verba Et Voces Praetereaque Nihil" que a coisa começa realmente a ganhar interesse - e é impossível não pensar que estes títulos em latim devem soar uma coisa bem banal no nosso português. Que soam bem, soam, disso que não existam dúvidas.

Temos assim um black metal frio e hermético mas com um ambiente bem hipnótico, isto para quem aprecia a coisa, claro. Com uma potência invulgarmente fria, a banda é altamente efectiva, e inteligente também. Este tipo de ambientes são muito propícios a que as bandas se prendam a devaneios mas os belgas não se deslumbram e condensam a sua música a temas de quatro ou cinco minutos, mantendo uma intensidade e dinâmica dignos de apreciar. Cru, mas ao mesmo tempo cuidado e até, porque não, técnico. Experimental (pelo uso dos teclados) mas ao mesmo tempo tradicional. Nunca o black metal soou tão diverso e ao mesmo tempo conciso.

A banda consegue consegue ser um poço de contradições e paradoxos e mesmo assim proporcionar-nos com "Pugnare In Lis Quae Obtinere Non Possis" um álbum sólido e que tem a capacidade para vencer o teste do tempo. E também é das poucas bandas que consegue intros, interlúdios e outros dignos de interesse e que fazem todo o sentido no alinhamento do álbum, não estando apenas a encher chouriços. Para quem anda à procura de algo novo (apesar de ser o segundo álbum da banda) e refrescante, está aqui este álbum que preencherá as necessidades mais negras de qualquer devoto das artes negras.


Nota: 8.3/10


Review por Fernando Ferreira