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O início de "Sun" é bem pacato, tirando a batida forte da bateria, e atmosférico, fazendo jus ao nome da banda. Ao segundo álbum, a banda belga continua onde tinha ficado com a estreia, na sua mistura entre o estilo-de-metal-que-se-chama-djent-mas-basicamente-é-pegar-na-fórmula-dos-Meshuggah-e-tentar-fazer-algo-mais-ou-menos-diferente, o pós-rock, um pouco de rock alternativo aqui e ali e a parte do ambient que acaba por estar presente em todas as músicas deste trabalho. Aquilo que podemos desde logo notar é o potencial melódico da banda.

Temas como "The Farthest Star" têm refrões que não soariam desfasados de uma música pop - atenção, não entendam isto com uma crítica, mas é algo que tem que ser dito porque efectivamente as melodias são bem catchy, a diferença é mesmo tudo o resto que diferencia um tema como o atrás citado de uma música descartável, feita para durar alguns meses nas tabelas das rádios que são pagas para passar a música em questão. A prova dessa diferença é o tema seguinte. "Void" é um tema instrumental de uma beleza gritante, o que nos leva a corrigir o que dissemos atrás. A banda também lhe dá no progressivo.

A forma como as músicas respiram e nos transportam de um ponto para o outro - isto sem ter que usar propriamente dez minutos de música para o fazer - é impressionante e uma das suas grandes qualidades. Claro que quando se mete muito nos trejeitos djent (como odeiamos este termo), poderá perder algum interesse ("Into Orbit" soavam tão melhor sem eles) no entanto, para quem tiver o espírito aberto conseguirá perceber que tudo faz sentido, mesmo esses momentos. É um trabalho de uma riqueza impressionante e que obriga a uma séria dose, maciça, de audições. Surpreendentemente bom.


Nota: 8.5/10

Review por Fernando Ferreira