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Já dissemos isto algumas vezes no passado mas temos consciência que não o dizemos há já algum tempo, como tal vamos dizer sem receios: odiamos dissonâncias. Irritam-nos à brava. Não é que não gostemos de jazz (numa dose saudável) mas ouvir dissonâncias no rock ou metal sempre nos soou a prepotência, mas talvez seja um problema de preconceito da nossa parte. Não vínhamos preparados para tal já que a banda não nos era conhecida, no entanto bastaram os primeiros segundos de Surgery Plains para ficarmos apresentados. para isso e para ficarmos com uma ligeira dor de cabeça.

O que até faz sentido, já que a banda belga tem uma costela noise e experimental bastante forte. O experimentalismo é sempre algo que apreciamos, pelo desafio que nos coloca e pela forma como nos consegue cativar com soluções inesperadas. No entanto, tal não acontece tão facilmente com este álbum auto-intitulado. Para se ser sincero, e admitindo que foi realmente um desafio, acabamos por ter que admitir derrota e desistir, afirmando que não somos capazes de compreender a banda. Existem momentos em que realmente somos cativados - a voz de Marie Billy na "Titanium Sea", provavelmente o melhor tema do álbum, é qualquer coisa de fenomenal - mas no geral falta-nos simplesmente a paciência.

Quando temos então músicas de oito e dez minutos de cubos mágicos que nos parecem impossíveis de deslindar, como é que poderíamos ter paciência? Apesar da imparcialidade ser um ponto fulcral das nossas análises, há sempre um ponto onde não conseguimos ir e neste caso o ponto foi encontrado com estas oito músicas que nos desafiaram e derrotaram, mas não convenceram. Para os mais corajosos, têm aqui uma viagem alucinante que tanto pode ser muito boa (porque acreditamos que há mercado para este tipo de coisa) como má. É sempre uma questão de perspectiva.


Nota: 5/10

Review por Fernando Ferreira