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As maravilhas da música moderna. Álbuns lançados de forma independente num certo e determinado momento até que são descobertos e são reeditados por uma editora que acredita que esses mesmos trabalhos devem chegar a mais pessoas (ou então acreditam que está ali a futura galinha dos ovos de ouro). Embora este “I Did Something Bad” não possa ser bem encaixado neste grupo de álbuns – só foi lançado em Janeiro de 2015, não há propriamente muito tempo entre a edição e reedição – é um bom exemplo da força que as edições independentes têm neste momento, força essa que é sempre proporcional à qualidade do trabalho em si, claro.

Ora os Erkonauts são uma banda estranha. O seu som é pouco usual embora aquilo que o compõe não seja propriamente extraordinário. É a mistura de vários elementos que faz com que soe tão exótico. Segundo a bíblia (Metal Archives), a banda suiça toca metal progressivo. Se calhar é uma definição demasiado preguiçosa perante o que se pode ouvir aqui (tirando o solo à la Pink Floyd da “Hamster’s Ghosthouse”) ou uma maneira honrosa de se dizer que não se sabe que porra de estilo de música tocam os rapazes. De qualquer forma, se passarmos por cima dessa questão sobrestimada do estilo que a banda toca, o que é que fica?

Quase uma hora de excelente música. Temos rock, rock alternativo, progressivo (sim), hard’n’heavy entre outras categorias que não servem para descrever bem. É um álbum que apesar de não ter nenhum tema imediato – tirando talvez o já mencionado “Hamster’s Ghosthouse” – tem algo que faz com que voltemos a ele, vez após vez. E é o momento em que devemos dizer não à vontade de dissecar tudo ao mais ínfimo pormenor e simplesmente aproveitar as diversas paisagens por onde “I Did Something Bad” nos leva. Boa surpresa.


Nota: 8/10

Review por Fernando Ferreira