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Não, os Zā Lä Thü não são turcos ou eslovenos, por muito que o nome sugira. São norte-americanos e apresentam-se com uma sonoridade que tem tanto de moderno como de plástico. O industrial que supostamente tocam fica confinado ao som da bateria e aos graves que estão bem assanhados na produção do álbum. O único ponto positivo ou pelo menos refrescante, é a abordagem vocal de Katera que dá um cheirinho mais pós-punk/new wave à coisa. Uma mistura que se revela vencedora, aliás, a única coisa vencedora neste trabalho que custa, demasiado, a passar.

Depois de duas demos editadas respectivamente em 2012 e 2013, esta estreia acaba por deixar instalada a sensação de que não valia o esforço. Um pouco pretensioso demais para o talento que não consegue evidenciar, este é um trabalho com mais potencial para irritar do que propriamente colocar o ouvinte num coma profundo, o que até não seria mau pensado, pelo menos teria algum efeito. Não é algo que ocorra por completo durante este álbum auto-intitulado. Há pelo menos uma faixa, “Val-Kree”, que acaba por ser o tema mais interessado do álbum e dá um vislumbre da orientação que a banda pudesse seguir, sendo também a faixa mais assumidamente metal.

Tirando a dita faixa, é um trabalho que assenta na exploração da temática do oculto em termos líricos e de imaginário mas que depois na parte sonora falha em fazer a mesma ponte. Até existe algum potencial mas este tipo de sonoridade… “industrial” já foi chão que deu uvas e se poderia ter exercido algum efeito no passado, agora esse efeito é quase nulo. Fraquinho.


Nota: 4/10

Review por Fernando Ferreira