• Facebook
  • Myspace
  • Twitter
  • Google+

Reviews Mais Recentes


Rasgo - Ecos da Selva Urbana


Terror Empire - Obscurity Rising


Painted Black - Raging Light


Wolves in the Throne Room - Thrice Woven


Celeste - Infidèle(s)


Moonspell - 1755


Battle Dagorath - II - Frozen Light of Eternal Darkness


Kalmankantaja - Routamaa


Archspire - Relentless Mutation


Tod Huetet Uebel - N.A.D.A


Benthik Zone - Via Cosmicam ad Europam ab Gelid Inferis


Acherontas - Amarta अमर्त (Formulas of Reptilian Unification Part II)


Progenie Terrestre Pura - oltreLuna


Vita Imana - El M4l


Overkill - The Grinding Wheel


Time Lurker - Time Lurker


Warbringer - Woe to the Vanquished



Akercocke - Renaissance in Extremis


Neige et Noirceur - Verglapolis


Concertos em Destaque

Tradutor

Entrevistas Mais Recentes



































System of a Down têm músicas novas

Afinal não há nenhum problema com os System of a Down. É Serj Tankian quem o afirma, numa entrevista recente concedida à Rolling Stone. Na verdade a banda tem músicas novas, (...)

Simbiose, Alien Squad, Dokuga atuam no Porto em fevereiro

Os nacionais Simbiose, Alien Squad e Dokuga vão tocar no Metalpoint (Porto), no dia 3 de fevereiro do próximo ano.(...)

Hourswill apresentam novo álbum na companhia dos Inner Blast, The Chapter e Scarmind

Os Hourswill apresentam ao vivo o seu mais recente álbum, "Harm Full Embrace", dia 13 de janeiro, no RCA Club em Lisboa.(...)

Kamelot lançam novo vídeo e revelam novidades para 2018

Os Kamelot disponibilizaram o novo vídeo do tema "Under Grey Skies", que conta com a participação da vocalista dos Delain, Charlotte Wessels.(...)

Graveyard a gravar novo álbum

Os suecos Graveyard encontram-se nos Park Studios, em Estocolmo, a gravar o seu próximo álbum de estúdio, sucessor de "Innocence and Decadence", lançado no ano 2015. (...)



Não, os Zā Lä Thü não são turcos ou eslovenos, por muito que o nome sugira. São norte-americanos e apresentam-se com uma sonoridade que tem tanto de moderno como de plástico. O industrial que supostamente tocam fica confinado ao som da bateria e aos graves que estão bem assanhados na produção do álbum. O único ponto positivo ou pelo menos refrescante, é a abordagem vocal de Katera que dá um cheirinho mais pós-punk/new wave à coisa. Uma mistura que se revela vencedora, aliás, a única coisa vencedora neste trabalho que custa, demasiado, a passar.

Depois de duas demos editadas respectivamente em 2012 e 2013, esta estreia acaba por deixar instalada a sensação de que não valia o esforço. Um pouco pretensioso demais para o talento que não consegue evidenciar, este é um trabalho com mais potencial para irritar do que propriamente colocar o ouvinte num coma profundo, o que até não seria mau pensado, pelo menos teria algum efeito. Não é algo que ocorra por completo durante este álbum auto-intitulado. Há pelo menos uma faixa, “Val-Kree”, que acaba por ser o tema mais interessado do álbum e dá um vislumbre da orientação que a banda pudesse seguir, sendo também a faixa mais assumidamente metal.

Tirando a dita faixa, é um trabalho que assenta na exploração da temática do oculto em termos líricos e de imaginário mas que depois na parte sonora falha em fazer a mesma ponte. Até existe algum potencial mas este tipo de sonoridade… “industrial” já foi chão que deu uvas e se poderia ter exercido algum efeito no passado, agora esse efeito é quase nulo. Fraquinho.


Nota: 4/10

Review por Fernando Ferreira