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Demasiado tempo passou desde que ouvimos falar dos Airbag. “The Greatest Show On Earth” foi lançado em 2013 e três anos passaram num repente, apenas porque nos fomos distraindo com outras coisas, uma delas, o álbum a solo de Bjorn Riis (guitarrista, teclista e baixista), lançado em 2014. Quando soubemos que “Disconnected” estava por aí, à nossa espera, a nossa ansiedade disparou, assim como a nossa preocupação. Nos tempos em que correm é difícil nos impressionarmos – isto com toda a humildade que seja possível ter – porque ouvimos muita coisa, e confessamos que é difícil que fique algo, independentemente da qualidade, que geralmente é bem acima da média, não nos podemos queixar. No entanto com o dito anterior álbum da banda norueguesa, parece que acertaram em todos os botões correctos, pelo que obviamente esperamos algo ainda melhor para o seu seguimento.

As expectativas fazem-nos voar muito alto e podem provocar quedas espectaculares. Felizmente para nós, porque é difícil recuperar dessas quedas, “Disconnected” faz-nos voar tão alto como “The Greatest Show On Earth”. Ou mais ainda, mas não nos deixemos levar já pela excitação. Este trabalho é composto por seis faixas que, tal como o que aconteceu com o anterior trabalho, remontam à melhor herança Pink Floyd, isto sem soar como uma cópia, mantendo a sua própria identidade e aquela capacidade única de prender do início ao fim do trabalho que apresentam e ao mesmo tempo deixando o ouvinte leve e livre para voar e fazer a sua própria viagem para além para das guias indicadas.

Logo a abrir o álbum temos uma “Killer” que nos deixa completamente rendidos e esse estado espelha-se em ”Broken”, “Slave”, “Sleepwalker”, “Disconnected” e “Returned”. Se formos mauzinhos podemos dizer que não há aqui nada de novo, nem para o género progressivo, nem para aquilo que a banda já nos apresentou mas quando as músicas em questão são de uma qualidade brutal, esse tipo de argumento perde completamente a razão de ser. Continuamos a fazer a eterna referência a Pink Floyd, mas não se considere que os Airbag vivem à sombra de quem quer que seja (Riverside também é um nome que surge de vez em quando). Temos um álbum sólido de rock progressivo que evoca muita coisa, muita época, mas que é puramente Airbag. E só isso chega para ser um dos álbuns do ano.

Nota: 9.5/10

Review por Fernando Ferreira