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É chegado o momento do doom lamacento e monolítico. Seis anos de ausência, no que aos álbuns de originais diz respeito, quebrado apenas por splits com Windhand e The Wounded Kings. Terceiro trabalho, a confirmação (se é que seria realmente necessária uma) de que esta banda tem o dom de nos provocar doses cavalares de relaxamento através de riffs hipnóticos pesados que teima em bater com uma força de uma bulldozer no meio da pinha. Isto tudo sem dor e apenas prazer.

O retro está na ordem do dia pelo que é fácil ficarmos enjoados com propostas que parece que vivem mais na década de setenta do que no tempo presente – nada de errado com isso, cada um é como cada qual – no entanto preferimos propostas como este “Still They Pray” que conseguimos discernir claramente que se tratam de propostas actuais mas que vão buscar um espírito de música livre que não existe hoje em dia, esta era da música de plástico e descartável. Aqui a música é orgânica, vive e respira, como um ser vivo. O aspecto desse ser vivo não interessa, antes feio e vivo do que bonitinho e de plástico, inócuo.

Poderá faltar a paciência a quem gosta de coisas mais directas ou a quem não gosta de nuvens tão negras e densas (assim a despropósito, este trabalho convida ao consumo de substâncias ilícitas, daquelas que largam uma fumarada que faz com que quem está ao redor comece a rir), mas entrando no espírito, está aqui uma viagem daquelas gigantescas. Não é imediato mas ainda bem porque revela-se um disco quase inesgotável – tendo a devida paciência citada atrás – ao qual parece que não nos cansamos de voltar a revisitar. Parece e não nos cansamos mesmo. Pesado, negro, sufocante e intenso. Cough naturalmente.

Nota: 9.2/10


Review por Fernando Ferreira