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Já provámos mais que uma vez que somos bastante ecléticos apesar do nosso nome poder indicar que não. O mundo do metal é enorme e mesmo que pareça que tenha umas fronteiras estanques, os seus apreciadores e músicos têm horizontes escancarados o suficiente para que possa caber tudo e mais qualquer coisa. E é por esse motivo que não recuamos perante o desafio de analisar este álbum auto-intitulado da colectividade experimental conhecida como Inwolves, que é também a sua estreia no que aos longa-duração diz respeito.

O trio aprofunda ainda mais a sua reverência à música electrónica da década de oitenta e que nos faz pensar numa série de nomes que fazem parte da história da música moderna, quer se goste dos mesmos ou não. Nomes como John Carpenter (que sempre dotou os seus filmes com histórias únicas com bandas sonoras simples, na maior parte escritas e tocadas pelo mesmos, mas altamente memoráveis), Kraftwerk e Tangerine Dream. Mas a banda não se limita às sonoridades electrónicas, sendo que as guitarras também têm algo a dizer, mais que não seja na criação de alguns drones.

É curto (pouco mais de trinta minutos) mas deixa claro que o tempo, como diria Einstein, é relativo. É uma viagem por vezes doce, por vezes incómoda, por vezes viciante, por vezes claustrofóbica e intensa. Não são os horizontes escancarados, os nossos e os do leitor/ouvinte, que garantem com que "Involves" seja bem recebido, logo à primeira, sem antes uma rotina desagradável que vai-se moldando (ou não) de acordo com as intenções pré-estabelecidas dos Inwolves. No entanto, são esses mesmos horizontes que nos deixam apreciar o que a banda apresenta e o valor do seu trabalho. O resultado é um álbum que não é fácil de ouvir mas que de sensação de intriga em sensação de intriga acaba por cativar e agarrar o ouvinte.


Nota: 7/10

Review por Fernando Ferreira