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Quando se tem uma banda só de mulheres, inevitavelmente esse mesmo factor torna-se o ponto de marketing mais forte. Principalmente quando o género é o metal puro e duro (neste caso o thrash metal). Raramente temos uma ocasião onde não existe valor nessas propostas mas é sempre um assunto sensível. Se por um lado vivemos (ou queremos viver e fazemos por isso) num mundo de igualdade entre géneros, por outro lado, a música pesada continua ainda a ser dominada pelo género masculino, pelo que tudo o que surge fora dessa norma acaba por chamar a atenção. No que nos diz respeito, o nosso maior interesse é fazer analisar a música pela música, independentemente se temos uma banda composta por homens, mulheres, vegetais ou animais.

E tendo isso em consideração, podemos dizer, de uma forma completamente imparcial, que as Nervosa são uma banda do caraças! A banda tem neste “Agony”, o seu segundo trabalho, uma potente bujarda de thrash metal agressivo que vai beber aqui e ali ao black metal  mais thrashado (sobretudo pela abordagem vocal) e ao death metal (pela brutalidade de temas como “Arrogance” e “Hostages” que nos fazem lembrar uns Death na fase “The Sound Of Perseverance” caso quisessem recuar até ao “Leprosy”, só para o gozo da coisa). Sem ser muito técnico, sem ser muito simplista, este equilíbrio é perfeito e o resultado é um álbum extremamente coeso.

É o típico caso em que não se tem nada de novo – e não poderemos dizer que todos os elementos serem do sexo feminino seja algo de novo, já que temos muitos outros casos de sucesso e especificamente em relação aos Nervosa, trata-se do seu segundo álbum – mas que o resultado é de um entusiamos contagiante que é impossível ficar-se indiferente. O álbum poderá não ser clássico, pode até ser considerado com uma curiosidade, mas a nós, que já vimos alguma coisa, soa-nos a percussor de algo muito maior que virá no futuro. Se as sementes já estavam lançadas anteriormente, agora estão a começar a dar frutos. Resta saber que frutos vão dar. Chamamos a atenção, sem estar muito relacionado (ou talvez sim) para a intrigante última música do álbum, a “Wayfarer”. Bom álbum.


Nota: 8.1/10

Review por Fernando Ferreira