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No passado dia 14 de Maio, os Nirvana Studios, em Barcarena, tornaram-se um ponto obrigatório de passagem para qualquer aficionado do death metal. Afinal era noite para receber os veteranos britânicos Cancer, mas não nos fiquemos por aí.

O Deathmania, evento trazido até nós pela Rocha Produções, mostrava um cartaz mais do que promissor. Afinal não é todos os dias que vemos um cartaz com sete nomes do melhor que se faz por cá no que toca a este estilo. Infelizmente chegámos atrasados e não conseguimos ver as actuações dos Wall Of Death e dos Derrame, duas bandas lisboetas, que tanto quanto se sabe têm muita coisa boa para mostrar.


Chegámos mesmo a tempo do concerto dos Undersave, que já prometiam uma noite de peso mesmo com a sala Le Baron Rouge meio despida. Apresentaram o seu novo baterista e souberam motivar a audiência para o que ainda estava para vir.

Os Analepsy dispensam apresentações e foram, sem dúvida, um dos principais pontos de interesse da noite. A actuação assentou maioritariamente no seu “Dehumanization By Supremacy”, único álbum lançado até à data, e deixou o público a querer mais. Contámos ainda com “Aeons in Vacuum” e “The Vermin Devour”, entre outros, e foi também aqui que se estreou o vocalista dos Bleeding Display, Sérgio Afonso.

Depois foi a vez dos Neoplasmah, que subiram ao palco com a notícia de que este seria um dos últimos concertos da banda nos próximos tempos, uma vez que estão em vias de gravar o seu terceiro álbum. Conduziram toda a gente numa viagem equilibrada entre temas do primeiro e segundo álbuns, com destaque para a prestação da vocalista Sofia Silva e temas como “Auguring The Dusk Of A New Era” e “Vortex Voyagers”.

O espaço ia enchendo e os Theriomorphic souberam pôr a sala a mexer, não só com o som mas também com a atitude que demonstram em palco, já nossa conhecida. A cover que tocaram de “Outra Rodada” dos Mata-Ratos não deixou ninguém indiferente, numa altura em que já toda a gente tinha sido abençoada pelo menos com uma cerveja ou duas. Ouviram-se bons solos de guitarra, temas do primeiro e segundo álbuns, e ainda a participação de Paulo Gonçalves (ex-vocalista de Shadowsphere/actual Ignite The Black Sun) num dos temas.

A última banda portuguesa a actuar foi Bleeding Display e não se podia ter “encerrado” a coisa da melhor maneira. O vocalista apareceu em palco coberto de sangue e sem darmos por isso havia um machado à vista. O mosh que tinha começado já no concerto anterior intensificou-se, contando com alguma ajuda de temas como “Beyond Flesh” e “Blood Cult”. A banda fez questão de se fazer acompanhar em palco por vários elementos das outras bandas, que deram o seu contributo em diferentes temas: João Jacinto (Undersave) no baixo, Ricardo Proença (Analepsy) na voz do tema “Persuasive Demons”, e mais uma vez subiu ao palco Paulo Gonçalves para participar no tema “Remains To Be Seen”.

Como podem calcular, à 01h00 estava toda a gente cheia de pica, quando apareceram finalmente os Cancer. Os três elementos aguentaram-se muito bem num concerto que durou mais de uma hora, e que nos levou a revisitar alguns dos temas mais emblemáticos da banda, perdidos entre 1990 e 2005, quando lançaram o seu último álbum. A onda thrash puxou ainda mais ao mosh e foi bonito ver a Le Baron Rouge cheia, a vibrar com temas como “Die, Die”, “Tasteless Incest” ou “Hung, Drawn And Quartered”. Ainda tiveram tempo para nos introduzir a um novo tema, e só foi mesmo pena não podermos contar com um encore, mesmo depois do apelo do público.

A noite valeu bem a pena, acima de tudo para podermos relembrar que o underground português continua de boa saúde e ainda tem muitas (e boas!) cartas para dar, e não só no que toca ao death metal.


Texto por Andreia Teixeira
Fotografias por Igor Ferreira
Agradecimentos: Rocha Produções