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Quo Vardis é um grande de nome para uma banda. J.A. Vardis também seria mas pronto, já é divagação a mais. Os Vardis começaram como Quo Vardis como um tributo aos Status Quo e assim mantiveram essa designação entre 1973 e 1977, tendo mudado de nome nesse mesmo ano para simplesmente Vardis tendo integrado, de forma algo discreta, a chamada New Wave Of British Heavy Metal, até cessarem funções em 1986. Voltaram há dois anos atrás porque os tempos até estão propícios a este tipo de coisa de recordar coisas vintage.

“Red Eye” é um álbum que soa datado e essa primeira impressão poderá condicionar a audição do restante trabalho, sendo difícil de sacudir a mesma. No entanto, não se trata de sermos reencaminhados para os dias gloriosos de uns Iron Maiden ou Saxon em seu pleno auge na primeira década de oitenta. Parece mais um regresso aos tempos em que tínhamos uma banda a tocar heavy metal no bar enquanto se falava com os amigos e não se prestava muita atenção à música. Isto poderá parecer um pouco cruel mas é mesmo a sensação que passa.

Não significa isto que temos um mau álbum. Em alguns momentos, chegamos a ter grandes malhas, principalmente ao trabalho de guitarra solo que sustenta quase por inteiro este trabalho, principalmente em faixas como “Paranoia Strikes”, “Head Of Nail” e a “Hold Me” com um forte feeling sulista, sem esquecer a “200 M.P.H.”, que foi feita para ser tocada ao vivo e para ter 20 minutos de duração. Apesar disto, o saldo final é inferior ao que se desejaria pelo que este regresso aos álbuns, trinta anos após o último, acaba por ser fraquito. Entretem mas não mais que isso.


Nota: 5/10

Review por Fernando Ferreira