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Uma mistura diabólica esta que os alemães Unru fazem no seu álbum de estreia. A escuridão e trevas do black metal junto com a javardeira do punk/crust. Não é nada de novo mas é algo particularmente interessante o resultado nestes quatro temas que nos são aqui apresentados. "Zerfall & Manifest" começa por estabelecer o ambiente da coisa, com um início enigmático mas depressa a podridão toma conta da ocorrência e não larga mais. Uma força impressionante que acaba por ser vítima da sua própria potência. Parece complicado mas passamos a explicar.

Temos quatro faixas que totalizam quase quarenta minutos de música, ou seja, uma média de quase dez minutos por tema. Ainda estamos a ouvir o segundo tema, "Das Anna-Karenina-Prinzip", com os seus doze minutos, constantes de blastbeats, gritos, ecos e distorção bruta, e estamos convencidos que passaram duzentos anos. É tão intenso, tão enorme, tão... massivo (uma palavra que estou convencido que não exista em português e que é uma tradução javarda do termo em inglês mas que serve perfeitamente para a sensação a transmitir) que a uma certa altura ficamos perdidos. E isso é mau - ou pelo menos aborrecido, ninguém gosta de se perder.

O lado bom é que nos dá vontade de voltar ao início para ver onde nos perdemos. O que também não invalida que o memso não volte a acontecer. Não quer isto dizer que as ditas quatro faixas são todas no mesmo registo. A terceira, "Hēdonée", por exemplo opta por voltar os seus esforços para a criação de ambiente opressivo (desta vez sem recurso a blastbeats) podendo-se considerar ambient metal negro (temos que registar patente), o que também é a prova de que a dinâmica não deixa de ser uma arma, mais uma, desta entidade alemã que promete abanar as estruturas do black metal. Interessante, hipnótico e viciante.


Nota: 8.4/10

Review por Fernando Ferreira