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Felizmente ou infelizmente esses dias já lá vão e uma proposta como este "The Last Witness", o segundo álbum da banda, já não nos surpreende em nada, embora entendamos que existam aqueles que não consigam encarrilhar lá muito bem os riffs e contra-riffs de temas como "Cybernatic Eucharist" ou "Mutagenesis". Mas onde essas mesmas músicas, e, basicamente, as outras todas, é na forma como conseguem encontrar um fio condutor melódico que as sustém ao longo da sua direcção, mesmo que no final de tudo, este continue a ser um trabalho que é tudo menos imediato.

Apesar de não podermos dizer que é orginal, há, ainda assim, um sentido de experimentação e até de progressividade, dois elementos que aprofundam ainda mais a dificuldade de conseguirmos interiorizar este trabalho - a "Progeny Omega" tem nove minutos e é um desafio conseguir absorvê-la em menos de três audições. E é graças a esse sentido de experimentação que faz com que se volte a "The Last Witness" como aquela inconformidade de quem acabou de levar uma abada a jogar PES mas ainda assim tem fé que, depois de esfregar as mãos, agora é que é.


Nota: 7.5/10

Review por Fernando Ferreira